MURMULLOS EPISTOLARES DE UN PROFESAR EN COVID-19
DOI:
https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v23.n37.3768Palabras clave:
Enseñanza, Enseñanza superior, Búsqueda (auto)biográfica, Enseñanza de las ciênciasResumen
El presente trabajo tiene como objetivo problematizar los primeros sucesos de la pandemia de Covid-19 y sus desdoblamientos en la vida y en el profesorado, a partir del intercambio de cartas electrónicas, en el intento de reducir distancias, desahogar, reportar, reclamar, defender o aliviar las nostalgias. En vías teórico-metodológicas este trabajo transita en los límites de las investigaciones poscríticas, basados en el pensamiento de Foucault sobre el cuidado tanto de sí mismo y de la escritura. La correspondencia se transmutó en esa presencia, se ha convertido en nuestra manera de reencontrarnos con nosotros, con nuestra enseñanza a la deriva, realidades cercanas y tan diversas, tomando en consideración nuestras posiciones y territorios para allá del aula universitaria. Hemos ido formando nuestro paquete epistolar con murmullos de nuestros días en la pandemia, de nuestra relación intrafamiliar, de las organizaciones de este trabajo remoto con los convivientes y acuñando un proceso (auto)formativo particular-colectivo de nuestro profesar en la pandemia. Es en el espacio de la narrativa que buscamos ver la escrita como proceso de subjetivación y de práctica de sí que permita a dicho sujeto a encontrar su espacio de libertad, resistiendo a los poderes disciplinarios y biopolíticos de la sociedad moderna.
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