http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/issue/feed Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências 2026-07-27T20:29:19+00:00 Revista Areté revista.arete@uea.edu.br Open Journal Systems <p><span class="strBoxTxt">A revista eletrônica ARETÉ, ISSN 1984-7505, é editada pelo Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas - UEA. ARETÉ, que significa virtude em grego, nasceu com uma proposta editorial independente, aberta as todas as tendências investigativas contemporâneas atreladas ao Ensino de Ciências. Como Ciência e Tecnologia caminham juntas, este é mais um espaço para divulgar os resultados de pesquisas científicas e seus frutos tecnológicos.</span></p> http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/3899 QUAL O LUGAR DA BOTÂNICA NA BNCC E NO “NOVO ENSINO MÉDIO”? 2026-05-25T06:50:25+00:00 Thais Athayde dos Santos thaisathayde2020@gmail.com Marcelo Diniz Monteiro de Barros marcelodiniz@pucminas.br Rosane Moreira Silva de Meirelles rosanemeirelles@gmail.com <p>O ensino de Botânica tem sido desafiador pela complexidade dos conceitos e pela falta de conexão com o cotidiano dos estudantes. Este artigo apresenta uma análise do “lugar” que a Botânica passou a ocupar, de forma documental, após a implementação da BNCC e do NEM. Foi realizado um levantamento documental no PCN e na BNCC a fim de compreender a importância que esses documentos oferecem à área Ciências da Natureza e ao tema Botânica. Ademais, discute-se como a BNCC e o NEM tem interferido no processo de ensino e aprendizagem de Botânica, principalmente neste último segmento da Educação Básica brasileira. Pode-se observar que o PCN contribui com menções importantes a respeito do conteúdo de Botânica, demonstrando a importância de conhecer as características dos vegetais. Contudo, não há, na BNCC, um detalhamento a respeito do conteúdo de Botânica no Ensino Médio. Além disso, o NEM trouxe uma redução na carga horária da disciplina de Ciências da Natureza, comprometendo ainda mais o ensino de Botânica. A BNCC adota uma perspectiva técnica e generalista com foco em uma formação voltada apenas para o mercado de trabalho, sem estimular o desenvolvimento do pensamento reflexivo e a formação de cidadãos críticos que consigam atuar de forma crítica perante os desafios da sociedade.&nbsp; Sabe-se que o conhecimento do conteúdo de Botânica pode contribuir para a formação de cidadãos conscientes, contudo, percebe-se um esvaziamento dessa temática na BNCC.</p> 2026-01-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Thais Athayde dos Santos, Marcelo Diniz Monteiro de Barros, Rosane Moreira Silva de Meirelles http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/3802 PERCEPÇÕES DOS ESTUDANTES SOBRE A APLICAÇÃO DE UMA ATIVIDADE GAMIFICADA NO ENSINO DE RADIOATIVIDADE 2026-07-27T20:29:19+00:00 Alane Conceição Leite e Silva alaneleite07@gmail.com Bruno Silva Leite leitebrunosilva@gmail.com <p>Esta pesquisa analisou as percepções de 68 estudantes do 3º ano do ensino médio no que diz respeito à aplicação de uma Atividade Gamificada (AG) para o ensino de radioatividade fundamentada na Aprendizagem Tecnológica Ativa (ATA). O estudo caracteriza-se como uma pesquisa de abordagem qualitativa com apoio de dados quantitativos descritivos, desenvolvida em cinco etapas. Os dados foram coletados por meio de questionário, entrevista estruturada e observação registrada em diário de bordo. As respostas fechadas do questionário foram analisadas por estatística descritiva, enquanto os dados qualitativos foram submetidos à análise interpretativa, tomando como referenciais a ATA e a Taxonomia de Bloom Revisada (TBR). A TBR foi utilizada como categoria analítica para interpretar as evidências relacionadas aos diferentes níveis cognitivos expressos nas respostas dos estudantes, considerando os objetivos instrucionais previamente definidos para cada etapa da atividade. Os resultados mostram que a AG permitiu maior participação, engajamento e autonomia dos estudantes na construção de seu conhecimento, sendo estas algumas das principais características a serem obtidas por meio da ATA vinculada à gamificação. Os dados revelam também que a AG pode contribuir diretamente para o aprendizado dos estudantes, além de evidenciarem que a maioria dos estudantes <strong>conseguiu</strong> alcançar os diferentes níveis da TBR, aprendendo novos conceitos relacionados à radioatividade. Considerando os limites do delineamento adotado, conclui-se que a AG apresenta potencial como estratégia didática para o ensino de Química, especialmente por favorecer experiências de aprendizagem ativa e maior envolvimento dos estudantes com o conteúdo.</p> 2026-01-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Alane Conceição Leite e Silva, Bruno Silva Leite