CONCEPÇÕES DISCENTES SOBRE O SENTIDO DE ESTUDAR MATEMÁTICA NA ESCOLA
DOI:
https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v16.n30.4077Palabras clave:
Pedagogía Histórico-Crítica, Vida diaria, Matemáticas, ContextualizaciónResumen
En la literatura de Educación Matemática es común encontrar afirmaciones de que el docente debe contextualizar lo que enseña, utilizando situaciones concretas de la vida de los estudiantes. Aunque esta puede ser una buena estrategia, si se lleva al extremo, implica que sólo se debe enseñar lo que es inmediatamente aplicable en la vida diaria del estudiante. Esta puede ser una visión ingenua de la práctica pedagógica y puede generar insatisfacción dentro de la comunidad escolar, particularmente entre los estudiantes, cuando no prevén aplicaciones prácticas inmediatas en su vida diaria. Con la intención de problematizar esta cuestión, nuestro objetivo en este trabajo es analizar la concepción que tienen los estudiantes sobre el significado de estudiar matemáticas en la escuela. Solicitamos a los sujetos, estudiantes de escuelas públicas de la región metropolitana de Belém, que escribieran un ensayo sobre el tema antes mencionado. Los análisis indican que la mayoría de los estudiantes cree que el motivo de estudiar matemáticas se traduce en su utilidad práctica en la vida cotidiana. En nuestra argumentación, realizado a la luz de la Pedagogía Histórica Crítica, sostenemos que las matemáticas no se estudian sólo para utilizarlas en actividades prácticas del día a día, sino como parte del proceso de humanización de los individuos: la formación de ciudadanos críticos. que sean capaces de comprender y modificar las contradicciones que les rodean, comprendiendo su realidad de forma más elaborada, enriqueciendo su universo de significados.
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