CARAS DEL SILENCIAMENTO, DEL PATRIARCADO EM LAS HISTORIAS DE LISE MEITNER Y MARIE CURIE: VIDAS QUE SERÁN (RE)CONTADAS

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DOI:

https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v21.n35.3878

Resumen

Nos enfrentamos a un escenario científico, en Química, como área de conocimiento, constituido, sobre todo, por hombres, y las pocas mujeres presentes en este contexto todavía se encuentran en situación de borrado. Al observar las facetas del silenciamento, de la aniquilación y del patriarcado, vemos que tal escenario se formó a través de la materialización de discursos creados socialmente, reforzando la idea de una mujer única y subyugada, alejada de los espacios académicos y de los institutos de investigación. Al analizar las trayectorias científicas de Lise Meitner y Marie Curie y acercándonos a la arqueología foucaultiana, a partir de las narrativas biográficas en libros y artículos, investigamos de qué manera las narrativas que sostienen la ilusoria naturaleza femenina influenciaron sus trayectorias científicas. Concluimos que, a través de mecanismos discursivos en las biografías encontradas, las mujeres son narradas en la ciencia como cuerpos indeseables.

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Publicado

2023-12-30

Cómo citar

RIBEIROS DA SILVA, Q. R.; TINÔCO, S.; DUTRA-PEREIRA, F. K. CARAS DEL SILENCIAMENTO, DEL PATRIARCADO EM LAS HISTORIAS DE LISE MEITNER Y MARIE CURIE: VIDAS QUE SERÁN (RE)CONTADAS. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S. l.], v. 21, n. 35, p. e23040, 2023. DOI: 10.59666/Arete.1984-7505.v21.n35.3878. Disponível em: http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/3878. Acesso em: 2 feb. 2026.