PENSAR Y PRACTICAR LA EDUCACIÓN AMBIENTAL CRÍTICA: UN PANORAMA DOCENTE
DOI:
https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v25.n39.5101Palabras clave:
Educación Ambiental, Enseñanza de las Ciencias, Sostenibilidad, Formación Docente, Secuencias Didácticas.Resumen
El presente artículo, derivado de una disertación de Maestría vinculada al Programa de Posgrado en Gestión de la Enseñanza de la Educación Básica de la Universidad Federal de Maranhão (PPGEEB/UFMA), tuvo como objetivo analizar la contribución de la Educación Ambiental (EA) en las clases de Ciencias de la Educación Primaria, discutiendo cómo las secuencias didácticas pueden favorecer la formación de sujetos ecológicos. La investigación, de enfoque cualitativo, involucró a profesores de Ciencias de la Red Municipal de Enseñanza de São Luís/MA y se llevó a cabo mediante entrevistas semiestructuradas y análisis de documentos pedagógicos. Los resultados evidenciaron diversas comprensiones sobre el papel de la EA en la enseñanza de las Ciencias y revelaron prácticas pedagógicas que oscilan entre perspectivas conservadoras y críticas. Se concluye que la incorporación de propuestas pedagógicas basadas en la Educación Ambiental Crítica (EAC) contribuye a la formación de sujetos ecológicos y amplía el diálogo entre ciencia, sociedad y medio ambiente.
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