PSICOBIOGRAFÍA Y AUTOETNOGRAFÍA COMO EXPERIENCIAS EN LA INVESTIGACIÓN NARRATIVA (AUTO)BIOGRÁFICA
DOI:
https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v17.n31.4179Palabras clave:
Antropología, Neurofisiología, Psicología, Etología, Formación de professoresResumen
Tanto la psicobiografía como la autoetnografía son modalidades de investigación (auto)biográfica no difundidas en Brasil, a pesar de su potencial para investigar de forma transdisciplinaria. El objetivo es presentarlos teóricamente a través de mi experiencia con ellos en estudios de posgrado; mediante: 1) explicación de la teoría mediante una breve síntesis; 2) presentar sus usos a través de investigaciones realizadas y en curso; 3) exponer su potencial en la interfaz Enseñanza-Educación; desde una perspectiva cualitativa empírico-fenomenológica. En el primero trabajé con la psicología junguiana triangulada con la expresión de emociones a través de la conducta no verbal basada en Darwin. En el segundo, narro autoetnográficamente mi formación como docente em la graduación y posgrado, donde tomo la visión de Ingold sobre la antropología y/como educación donde aprendemos intergeneracionalmente en un ecosistema socionatural sistémico. Los hallazgos muestran que la investigación (auto)biográfica puede obtener una mayor riqueza epistémica cuando se desarrolla utilizando estos métodos, incluida la construcción de productos educativos en la formación docente.
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