LA BOTÁNICA UTILITARISTA EN LA FORMACIÓN DOCENTE EN CIENCIAS BIOLÓGICAS: UN ANÁLISIS DE PLANES DE ESTUDIO

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v22.n36.2143

Palabras clave:

formación de profesores, enseñanza de botánica, racionalidad técnica

Resumen

Los cursos de licenciatura en Ciencias Biológicas han sido modificados en términos de nomenclatura, carga horaria y currículo mínimo, y, en la actualidad, la mayoría no fomenta innovaciones y se mantiene únicamente en el currículo básico. Reflexionar sobre la formación del profesor de Ciencias y Biología surge de la necesidad de proponer una organización curricular acorde con las demandas educativas. Además de la selección de conocimientos, el currículo está relacionado con las identidades profesionales, por lo que implica relaciones sociales y de poder, así como disputas ideológicas y hegemónicas. El presente artículo tiene como objetivo analizar y comparar la forma en que la Botánica se propone en los currículos de estos cursos en las Universidades Estatales de Bahía. Esta es una investigación documental, respaldada en el análisis de contenido para abordar los datos. A través de los programas de las asignaturas, constatamos una formación basada en una visión utilitarista, que refuerza el pensamiento de explotación, contribuye a la degradación ambiental y cumple un papel de transmisor de la ideología capitalista. Concluimos que estos cursos favorecen las prácticas hegemónicas al prever que el licenciado sea conocedor del potencial económico de los vegetales.

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Publicado

2024-12-30

Cómo citar

DE JESUS SILVA, W.; LICONA DE MACEDO, G. E. LA BOTÁNICA UTILITARISTA EN LA FORMACIÓN DOCENTE EN CIENCIAS BIOLÓGICAS: UN ANÁLISIS DE PLANES DE ESTUDIO. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S. l.], v. 22, n. 36, p. e24034, 2024. DOI: 10.59666/Arete.1984-7505.v22.n36.2143. Disponível em: http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/2143. Acesso em: 2 feb. 2026.