EXPLORANDO PERSPECTIVAS FENOMENOLÓGICAS EDUCATIVAS EN LA EDUCACIÓN MATEMÁTICA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v22.n36.2124

Palabras clave:

Fenomenologia, Educación matemática, Etnomatemática

Resumen

El artículo presenta reflexiones sobre la relación entre fenomenología y educación matemática. Para ello, realizamos una revisión bibliográfica descriptiva de artículos extraídos de bases de datos, como el Portal brasileño de publicaciones científicas de acceso abierto (Oasisbr), Scielo y Google Scholar, para analizar cómo la corriente filosófica fenomenológica se relaciona con el aprendizaje de las matemáticas en diversos contextos educativos. Los estudios destacaron los papeles de la Etnomatemática y la Modelización Matemática, que, además de trabajar con factores como la motivación y la facilidad de aprendizaje, ayudan a preparar a los estudiantes para aplicar diversos conceptos matemáticos en diferentes problemas y áreas del conocimiento, posibilitando la comprensión del papel sociocultural de las matemáticas. Como resultados, destacamos que la integración de la fenomenología en la educación matemática ofrece un enfoque prometedor para profundizar la comprensión y promover la inclusión de diversas perspectivas culturales y sociales en el aula.

Biografía del autor/a

Alcides de Castro Amorim Neto, Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Manaus, Amazonas, Brasil.

Doutor em Clima e Ambiente pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e Professor do Programa de Pós-graduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Citas

ANASTACIO, M. Q. A. Corpo e Matemática: uma Concepção Merleau-Pontyana de Conhecimento. Bolema, Rio Claro – SP, v. 16, n. 20, Set, 2003.

BICUDO, M. A.; GARNICA, A. V. FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA - FENOMENOLOGIA, CONCEPÇÕES, POSSIBILIDADES DIDÁTICO-PEDAGÓGICA. São Paulo/SP: [s.n.].

BICUDO, M. A. V.; ESPOSITO, V. H. C. Pesquisa Qualitativa Em Educacao: Um Enfoque Fenomenologico, 1994.

BRASIL, M. D. E. BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: EDUCAÇÃO É A BASE, 2017.

BRASIL, S. DE E. Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais : Matemática / Secretaria de Educação Fundamental.Secretaria de Educação fundamental., 1998.

BUENO, V. C. Modelagem Matemática: Quatro Maneiras De Compreendê-La. [s.l: s.n.]. v. 53
CARVALHO, M. DE. Percurso fenomenológico. Revista Estudos Filosóficos no 10/2013 – versão eletrônica – ISSN 2177-2967 http://www.ufsj.edu.br/revistaestudosfilosoficos DFIME – UFSJ – São João del-Rei-MG Pág. 1 - 15, 2013.

CÓRDULA, E. B. DE L. Fenomenologia Versus Positivismo Científico : Metodologias Aplicadas Às Pesquisas Em Comunidades Humanas. Revista Intersaberes, vol.10, n. 21, p. 660-675, set.- dez., 2015.

DITTRICH, M. G.; LEOPARDI, M. T. Hermenêutica fenomenológica: Um método de compreensão das vivências com pessoas. discursos fotográficos, Londrina, v.11, n.18, p.97-117, jan./jun., 2015.

FERNANDES, A.; CALIXTO, J. E. P.; SOUSA, B. N. P. A. MODELAGEM MATEMÁTICA E GEOMETRIA: UM MAPEAMENTO DAS PESQUISAS PARANAENSES COM BASE NOS ANAIS DO EPREM. I CONGRESSO INTERNACIONAL DE ENSINO CONIEN Cornélio Procópio, PR – Brasil de 21 a 23 de junho, 2017.

FREITAS, R. L.; IGLIORI, S. B. C. Teorias De Educação Matemática : Contribuições Na Formação Do Futuro Pesquisador. REVEMAT, Florianópolis (SC), v.13, n.2, p.95-115, 2018.

GALEFFI, D. A. O QUE É ISTO — A FENOMENOLOGIA DE HUSSERL? Ideação,Feira de Santana, n. 5, p. 13-36, jan./jun, 2000.

GODOY, E. V.; SANTOS, V. DE M. CURRÍCULO , CULTURA E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA : UMA APROXIMAÇÃO POSSÍVEL ? [s.l.] Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 2011.

KLÜBER, T. E.; BURAK, D. A fenomenologia e suas contribuicoes para a educacao matematica. Práxis Educativa, Ponta Grossa, PR, v. 3, n. 1, p. 95 - 99, jan.-jun, 2008.

LIMA, A. B. M. Ensaios sobre fenomenologia Husserl, Heidegger e Merleau-Ponty. Ilhéus, BA: Editus, 124P, 2014.

MONDINI, F.; PAULO, R. M.; MOCROSKY, L. F. As contribuições da fenomenologia à educação. Sipeq, V Seminário Internacional de Pesquisas e Estudos Qualitativos. Foz do Iguaçu, 30 e 31 de Maio e 1 de junho, 2018.

MOREIRA, V. O método fenomenológico de Merleau-Ponty como ferramenta crítica na pesquisa em psicopatologia. Psicologia: Reflexão e Crítica, 17(3), pp.447-456, 2004.

ROSA, M.; OREY, D. C. A influência dos fatores linguísticos no ensino aprendizagem em matemática: o caso dos Estados Unidos. Zetetiké, v. 19, número temático, p. 486-503, 2010.

SANTOS, M. R. DOS et al. PESQUISA FENOMENOLÓGICA E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES ABERTAS. Actas del VII CIBEM, Montevideo, Uruguay, 2013.

SEIBT, C. L. CONSIDERAÇÕES SOBRE A FENOMENOLOGIA HERMENÊUTICA DE HEIDEGGER. RRev. Nufen: Phenom. Interd. | Belém, 10(1), 126-145, jan. – abr, 2018.

SIANI, S. R.; CORREA, D. A.; CASAS, A. L. LAS. Fenomenologia, Método Fenomenológico e Pesquisa Empírica: O Instigante Universo da Construção de Conhecimento Esquadrinhada na Experiência de Vida. Revista de Administração da UNIMEP – v.14, n.1, Página 193, Janeiro/Abril, 2016.

Publicado

2024-12-31

Cómo citar

CRUZ DE MORAES, V. L.; DE CASTRO AMORIM NETO, A. EXPLORANDO PERSPECTIVAS FENOMENOLÓGICAS EDUCATIVAS EN LA EDUCACIÓN MATEMÁTICA. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S. l.], v. 22, n. 36, p. e24038, 2024. DOI: 10.59666/Arete.1984-7505.v22.n36.2124. Disponível em: http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/2124. Acesso em: 2 feb. 2026.