• Etnomatemática
    n. 7 (2020)

    Esta edição especial que tem por tema Etnomatemática, é publicada com o objetivo de divulgar a construção de saberes etnomatemáticos a partir de múltiplas perspectivas como as evidenciadas nos artigos teórico-práticos que compõem essa edição.

    Os artigos apresentam argumentos que nos instigam a pensar, de forma crítica, sobre os limites e o alcance da construção do conhecimento “matemático”, pois a construção de conhecimentos é fortemente marcada pelas características culturais do ambiente onde se corporifica. A escola é um desses ambientes, mas não é o único. Nessa perspectiva entendemos que nas práticas culturais estão implícitos modos lógicos de pensar, de construir, organizar e compartilhar saberes, muitas vezes, ignorados no cenário escolar.

    Nesse número temático, os autores evidenciam a importância que a Etnomatemática tem ao englobar múltiplas perspectivas de reconhecimento e valorização do conhecimento construído dentro e fora do meio acadêmico.

    Os estudos em Etnomatemática avançaram e ganharam notoriedade com pesquisas realizadas a partir da década de 1980. No entanto, no âmbito da Região Amazônica, particularmente, no estado do Amazonas, são pouco divulgadas as pesquisas realizadas nessa perspectiva. Por isso essa edição da MARUPIARA abriu espaço para a divulgação de pesquisas que promovem vários princípios da Etnomatemática e dão destaque ao potencial transdisciplinar do processo de ensino-aprendizagem da matemática e da própria formação do professor quando incorporam práticas socioculturais entendidas como etnomatemáticas.

    O conjunto de trabalhos que compõe essa edição dão destaque a diferentes práticas etnomatemáticas que fortalecem e inspiram a necessidade de continuarmos a estudar a diversidade de espaços e contextos sociais onde a variedade de costumes, práticas e conhecimentos construídos em uma perspectiva etnomatemática nos mostram que é possível ensinarmos e aprendermos com respeito, pertencimento e valorização social e cultural.

    No primeiro artigo, Janderson Vieira de Souza em um recorte de sua tese de doutorado, exibe um arcabouço teórico pautado na etnomatemática e no pensamento complexo, para demonstrar “na prática de intelectuais da cultura matemática a presença das operações cognitivas (recursiva, hologramática e dialógica), que efetivamente representam uma outra forma de pensamento que vai além da lógica fragmentada estruturada na academia atualmente”.

    O segundo artigo de autoria de Valéria Risuenho Marques e Isabel Cristina Rodrigues de Lucena apresenta um recorte da tese de doutorado da primeira autora, cujo objetivo era “analisar elementos presentes nas aprendizagens de crianças dos anos iniciais, para além das paredes da sala de aula, para uma compreensão de alfabetização (matemática) como múltipla e plural”, para evidenciar “além dos conteúdos contidos no currículo formal, outros oriundos de experiências e vivências de aprendizagem para além dos muros da escola, considerando a emergência do diálogo e da complementaridade entre conhecimentos distintos”.

    No terceiro, Marcos Vinicius Reis Fernandes e Ana Maria Severiano de Paiva apresentam um trabalho realizado na perspectiva metodológica da Etnomatemática “capaz de aproximar a ‘cultura escolar’ da ‘cultura do aluno’”. Os autores têm como lugar de investigação uma turma de PROEJA/ISERJ. E demonstram que, “na medida em que proporcionou a dialogicidade entre as experiências matemáticas vivenciadas pelos alunos e o conhecimento matemático elaborado como tema para aula” é possível que as aulas de matemática se tornem um espaço frutífero para o diálogo entre saberes científicos e saberes de vida.

    No quarto artigo Ana Maria Libório de Oliveira Floriano Augusto Viseu Veiga mostram que o conhecimento mobilizado por alunos do PROEJA em suas práticas laborais pode ser usado como contexto para o ensino de matemática. Esse estudo é um recorte da tese de doutoramento de Ana Maria Libório que concebe a Etnomatemática como tendência de um ensino que se busca contextualizar os conteúdos matemáticos em práticas sociais, particularmente, nas laborais.

    Para pescar ideias matemáticas é o quinto artigo. Nele Arilson Pereira Araújo buscou “compreender como as atividades socioculturais desenvolvidas na comunidade São José, zona rural do município de Parintins-AM, poderiam ser utilizadas como referências para o ensino e aprendizagem matemática nos anos finais do ensino fundamental”. O autor centra seu estudo na confecção de redes de pesca se mostra um promissor contexto para o diálogo entre os conhecimentos matemáticos científicos e os saberes matemáticos construídos em atividades socioculturais.

    No sexto artigo Rayandra Praiano de Lima e Sabrina de Souza Rodrigues, a partir da perspectiva pedagógica da Etnomatemática, buscam “compreender os saberes matemáticos presentes nos trançados de uma artesã”, durante a customização de sandálias e os constituem processos cognitivos para auxiliar na aula de matemática em uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA) de uma escola situada no município de Tefé-AM.

    No sétimo artigo Roberto Lavareda Fernandes evidencia, por meio da análise da confecção de utensílios e do modo como um funileiro mobiliza ideias matemáticas, aproximações entre Etnomatemática e Resolução de Problemas na prática da funilaria em Parintins-AM.

    Mobilização de ideias matemáticas na construção de casas no Caburi-AM: implicações para o ensino da matemática é o oitavo artigo, e nele, sua autora, Nilciane Rocha Batalha, faz uma descrição de situações-problema enfrentadas por um grupo de carpinteiros nas quais identifica a mobilização de ideias matemáticas que dão a essa prática social a possibilidade de se tornar um contexto para a apresentação de diferentes conteúdos matemáticos trabalhados no Ensino Fundamental.

    O autor do nono artigo, Genneton Reis Lopes, traz uma reflexão, pautada na perspectiva da Etnomatemática, acerca da confecção de paneiros e evidencia que no processo de confecção desses utensílios há mobilização de ideias matemáticas como calcular, estimar, comparar, classificar, medir, explicar, o que lhe permite conferir o potencial de um organizador prévio da aprendizagem matemática, particularmente, em escolas do campo.

    Nosso desejo é que esse conjunto de artigos possa inspirar novas pesquisas e que os contextos e as possibilidades pedagógicas que eles apresentam possam se tornar referências para professores de matemática que desejem fazer de suas aulas uma ponte dialógica entre os saberes etnomatemáticos e os saberes científicos.

    Boa leitura a todos!

     

    Profa. Dra. Lucélida de Fátima Maia da Costa

    Coordenadora da edição temática

     

     

    Dr. João D’Anuzio Menezes de Azevedo Filho

    Editor - Chefe

     

     

    Conselho Científico da Edição Especial

    Dra. Ângela Maria Rodrigues de Figueiredo – UEA

    Dra. Elisângela Aparecida Pereira de Melo – UFT

    Dr. Gerson Ribeiro Bacury – UFAM

    Dr. José Camilo Ramos de Souza – UEA/CESP

    Dra. Maria Augusta Raposo de Brito – UFPA/Bragança

    Dra. Mônica Gonçalves de Matos – SEDUC/PA

  • n. 6 (2020)

    Apresentação

    Apesar de todas as dificuldades impostas aos pesquisadores e suas pesquisas nesses períodos de pandemia, estamos lançando mais uma edição da revista Marupiara.

    A crise mundial decorrente da pandemia do Coronavírus (COVID19) mudou significativamente a vida de todos. Não seria diferente para a produção intelectual e a edição de revistas. De alguma forma e algum grau afetou quem estuda, pesquisa, orienta, avalia, corrige, referenda, edita e publica.

    De alguma forma chegamos ao momento de publicar. Lembrando que é um dos objetivos da revista a divulgação e o maior alcance possível da sua leitura.

    Os trabalhos aqui expostos foram realizados em tempos diferentes, motivados de diversas formas e realizados em diversas circunstâncias, por isso é  importante serem publicados, nesse momento em especial.

    Então, apresentamos mais uma edição da revista Marupiara e contamos com a leitura e as considerações daqueles que se interessam pelas atividades científicas.  

    A revista recebe artigos originais e inéditos, de forma contínua, pelo email marupiara.revista@gmail.com e no portal de periódicos da Universidade do Estado do Amazonas.

    A Coordenação Editorial

  • Edição Especial
    n. 5 (2019)

    APRESENTAÇÃO

                 O VII Workshop Internacional sobre Planejamento e Desenvolvimento Sustentável em Bacias Hidrográficas foi realizado na cidade de Manaus, Amazonas, no período de 02 a 05 de outubro de 2019 e teve como objetivo estabelecer um debate participativo e construtivo em torno da dinâmica, planejamento, gestão e utilização dos recursos hídricos, apresentando como temática principal “A água como elemento de integração e de conflitos socioambientais”. Foi planejado e executado pela Universidade do Estado do Amazonas, por intermédio do Programa de Pós Graduação em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (PROFÁGUA), com apoio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH-AM), da Agência Nacional de Água (ANA), da CAPES e demais universidades da Rede Água.

                 Destacou-se como uma excelente oportunidade de inserir o tema água na agenda de representantes das organizações governamentais e não governamentais, da academia, da sociedade civil e de empresas, reunindo um significativo e amplo espectro de atores relacionados ao tema. A Gestão Hídrica representa o elemento integrador para a sustentabilidade dos diferentes usos nas Bacias Hidrográficas. O planejamento territorial perpassa pelas decisões coletivas e demanda o aprofundamento da divulgação dos estudos realizados com foco nos recursos hídricos, dos componentes naturais e sociais e de todos os elementos determinantes do desenvolvimento sustentável.

                 Nesse contexto, esse evento oportunizou importantes discussões e debates acerca dos seguintes eixos temáticos: Planejamento e Gestão de Bacias Hidrográficas, Desenvolvimento Sustentável: subsídios e propostas para a água, Bacias Hidrográficas como categorias de Análise e Gestão Territorial, Segurança Hídrica e Legislação Ambiental, Tecnologias Sociais na Gestão das Águas, Recursos Hídricos e Saneamento Básico, Comitês de Bacias Hidrográficas e Gestão Participativa.

                 A presente publicação é produto dos resumos apresentados no Evento e traz fundamentais contribuições sobre os temas que alicerçaram o desenvolvimento do Evento. Assim esse material representa um importante marco para a Gestão dos Recursos Hídricos nos contextos nacional e internacional, em especial para a Amazônia.

     

    Comissão Organizadora do VII WPDSBH

  • n. 5 (2019)

    Apresentação

    A revista Marupiara põe à disposição da sociedade mais uma edição com artigos e relatos de experiências significativos para a compreensão dos problemas e da realidade da nossa sociedade.

    O objetivo da revista sempre será o de trazer ao público os trabalhos mais relevantes e confiáveis acerca das experiências e discussões levadas a cabo pelos seus colaboradores, sejam pesquisadores, professores ou outros profissionais que se empenham com a pesquisa científica ou com experiências educacionais e profissionais.

    Agradecemos a todos  que contribuíram para a efetivação desta edição, especialmente aos nossos colaboradores que nunca deixam de  enviar seus originais. Gratidão também àqueles que se dedicaram a apreciar os trabalhos com olhar crítico e criterioso em vista da observância das normas da revista.

    Estamos sempre abertos ao recebimento de originais no nosso link no portal dos periódicos da UEA (periodicos.uea.edu.br/marupiara) ou pelo e-mail da revista (marupiara.revista@gmail.com).

     

    A Coordenação Editorial

     

     

    Equipe Editorial

    Editor-chefe: Dr. João D’Anuzio Menezes de Azevedo Filho

    Editora Técnico Científico: Dra. Edinelza Ribeiro Macedo

    Editor Assistente: Dr. Rafael Jovito Souza

    Editor Assistente: Dr. Adailton Moreira da Silva

     

    Conselho Editorial

    Arelis Abalos Rodriguez - Universidade de Oriente de Santiago -Cuba

    Edinelza Ribeiro Macedo - UEA

    Elimar Pinheiro do Nascimento -  Unb

    Enrique Perez Molina - Universidade de Camagüey IgnacioAgramonte y Loynaz-Cuba

    Francisco Sergio Bernardes Ladeira - Unicamp

    Gleidys Meire da Silva Maia - UEA

    João D’Anuzio Menezes de Azevedo Filho - UEA

    José Luiz Pereira Ferreira - UFAM

    Júlio Claudio da Silva  - UEA

    Luitgarde Oliveira Cavalcanti Barros – UFRJ

    Newman Di Carlo Caldeira - UFU

    Renan Albuquerque Rodrigues - UFAM

    Ricardo José Batista Nogueira - UFAM

    Wamber Broni de Souza – UFAM

     

    Avaliadores Ad Hoc para esta edição

    Adailton Moreira da Silva (UEA)

    Alexsandro Melo Medeiros (UFAM)

    David Xavier da Silva (UEA)

    Ieda Hortêncio Batista (UEA)

    Lucélida de Fátima Maia da Costa (UEA)

  • n. 4 (2018)

    Apresentação

     

    As perspectivas para a educação no Brasil nos próximos anos não são as melhores. As investidas contra a educação pública, gratuita e de qualidade, além dos cortes de verbas para o setor, são graves problemas que temos de enfrentar.

    Segundo estudos, os investimentos em educação e saúde possibilitam o aumento do PIB ainda maior. No entanto o governo atual caminha na contramão de tudo que se sabe e se aprendeu sobre a educação ao longo do tempo. Mas os professores de todos os níveis não deixarão as coisas acontecerem, resistirão até o fim.

    Os professores, pesquisadores e alunos, homens e mulheres, da Universidade do Estado do Amazonas continuam sua jornada na busca de entender a sociedade e a vida. É por isso que os resultados precisam ser publicados e divulgados em forma de artigos e livros.

    A revista Marupiara continua cumprindo seu objetivo de divulgação científica, principalmente as pesquisas realizadas na Amazônia. Esperamos contar com a colaboração contínua de autores de todo o Brasil para fortalecer cada vez mais a ciência e a tecnologia, enriquecendo o país.

    Por um país rico e soberano a partir do conhecimento, ciência e tecnologia produzidos aqui.

    João D'Anúzio Menezes de Azevedo Filho

    Editor chefe

  • n. 3 (2018)

    APRESENTAÇÃO

    Tem crescido nos últimos anos o interesse de pesquisadores de diferentes disciplinas das ciências humanas e sociais pela diversidade cultural e religiosa da Região Norte. Com a expansão e interiorização da universidade, novas fontes e novos questionamentos têm permitido explorar elementos que aprofundam e interrogam trabalhos clássicos, muito focados na força do catolicismo implantado na Amazônia durante as sucessivas levas de colonização do território. Este dossiê se propõe como um espaço para divulgação de trabalhos monográficos ou de reflexões teórico-metodológicas que explorem a relação entre as religiões/ religiosidades e as manifestações culturais no Norte do Brasil, estando aberto a artigos que partam da Geografia, História, Antropologia, Sociologia, Teologia e também de estudos desenvolvidos no campo das Letras e Artes. Nosso objetivo é aprofundar, na medida do possível, as relações existentes entre a pesquisa, as práticas e as representações sociais, o que significa apontar para a função social da ciência na conformação de uma sociedade mais democrática, onde diferentes manifestações do sagrado podem conviver legitima e pacificamente no espaço público.

    Os textos estão divididos em quatro blocos: na entrevista uma importante pesquisadora do Daime nos apresenta uma instigante leitura acerca dos estudos sobre Ayahuasca na Amazônia e fora dela; entre os documentos buscamos apresentar textos que testemunham a ação da Igreja (em especial da Igreja Católica) em defesa das populações tradicionais na Amazônia; os artigos trazem um rico painel das pesquisas sobre religiões e religiosidades em curso na Região Norte. Não esgotam, obviamente o tema, mas apontam para os instigantes caminhos que vem sendo trilhados por estudantes e professores de universidades sediadas na Amazônia; a resenha apresenta ao público leitor o livros Os mascates da fé, um livro que nos fornece importantes subsídios para uma história social dos evangélicos no Brasil.

    Agradecemos imensamente a colaboração dos autores e pareceristas que colaboram com esse número da Marupiara e desejamos a todos uma boa e instigante leitura.

    Clarice Bianchezzi e Diego Omar da Silveira (organizadores do dossiê)

    João Danúzio de Azevedo Filho (editor da Marupiara

  • n. 2 (2017)

    APRESENTAÇÃO

     

    Estamos passando por um período conturbado da sociedade mundial. Vê-se o avanço das forças conservadoras representadas por políticos e políticas que menosprezam os direitos das classes trabalhadoras com vista a aumentar os lucros e a acumulação capitalista.

    A saúde e a educação, direitos universais das sociedades atuais, são cada vez mais restritos e precários. Os investimentos públicos nesses setores estão cada vez mais reduzidos e cabe àqueles que resistem buscar caminhos para superar essas adversidades e aglutinar forças para resistir.

    A Universidade se enquadra nesse movimento como vanguarda da luta por liberdade e direitos sociais a toda a população. A Universidade é o lugar de discussão, debate, conflitos e de tomada de consciência, tão necessária à formação de um quadro de liderança e de organização política de resistência.

    A Universidade do Estado do Amazonas não está alheia a isso tudo. O Centro de Estudos Superiores de Parintins está em constante debate entre seus alunos, professores e demais membros da comunidade em busca de compreender e entender o momento atual, seja a nível nacional ou local, para possibilitar sua crítica e a busca de soluções.

    Os resultados desses debates estão transcritos em trabalhos e pesquisas apresentadas dos mais diversos temas alguns aqui absorvidos dado o caráter interdisciplinar e interinstitucional da revista.

    A revista Marupiara publica trabalhos das diversas áreas do conhecimento, principalmente aqueles voltados a Educação, Ensino, Meio Ambiente entre outras, e tem atendido a professores pesquisadores e seus grupos de pesquisas, possibilitando a dispersão dos debates de temas relevantes, criando um clima de abertura e diversidade de conhecimento para a construção de uma sociedade mais plural e conhecedora de seus direitos.

    Acesse o blog da revista e obtenha mais informações: marupiaradigital.blogspot.com

     

    A Coordenação Editorial

  • n. 1 (2016)

    APRESENTAÇÃO

     A Universidade do Estado do Amazonas, a partir do Centro de Estudos Superiores de Parintins da Universidade do Estado do Amazonas – CESP/UEA tem a grata satisfação de colocar a disposição da sociedade a Revista Marupiara no formato digital.

    A revista Marupiara é a revista científica do CESP/UEA, criada em maio de 2006, no formato impresso, por decisão dos professores da unidade e do Conselho Acadêmico com o objetivo de estimular e desenvolver o intercâmbio entre pesquisadores, docentes, discentes e profissionais atuantes nas diversas áreas do conhecimento, facilitando a aproximação entre o conhecimento científico e a comunidade de modo geral; fomentar o intercâmbio de informações e experiências no âmbito das diversas ciências com outras instituições nacionais ou estrangeiras, congêneres e estabelecer-se como canal de divulgação de estudos e progressos recentes nos campos das diversas ciências.

    A revista é composta por uma Coordenação e Conselho Editorial conforme o Regimento para o formato digital aprovado em fevereiro de 2014 pelo Conselho Acadêmico do CESP.

    Marupiara na língua indígena quer dizer bravo guerreiro, bom pescador, bom caçador, aquele que tem a proteção dos deuses para esses desafios. Um nome cabível ao momento que estamos vivendo de construção de uma universidade na Amazônia, constituída por bravos pioneiros que buscam e produzem o conhecimento e formam o tripé que dá suporte a uma universidade, ensino – pesquisa- extensão, apesar de todas as adversidades de atuar nessa imensa região.

    A revista será publicada semestralmente no formato digital. Portanto, ao darmos início a esta publicação digital estamos colocando-a a disposição de um público bem maior cumprindo o objetivo proposto pela revista.

    Sejam bem-vindos leitores e colaboradores na construção de mais uma revista da UEA.

     

    João D’Anuzio Menezes de Azevedo Filho

    Editor-Chefe

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