UNA EXPERIENCIA DE FORMACIÓN INTERPRETATIVA, DIALÓGICA E HISTÓRICA EN LA PASANTÍA DOCENTE EM QUÍMICA
DOI:
https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v25.n39.5105Palabras clave:
Prácticas Supervisada, Educación Química, Hermenéutica Filosófica, Formación DocenteResumen
En este trabajo, presentamos experiencias de la Práctica Docente Supervisada en Química y reflexiones sobre esta práctica desde una perspectiva hermenéutica. Durante la práctica, se realizaron observaciones, evaluaciones, experimentos e impartición de clases. En primer lugar, contextualizamos el entorno en el que se desarrolló la práctica, así como las actividades realizadas. Analizamos la relevancia de la práctica y cómo influye y transforma la práctica docente. Vinculamos la práctica docente con la perspectiva de la Hermenéutica Filosófica, entendida como la necesidad del docente de identificarse dentro de la tradición histórica de la ciencia que enseña, lo que conlleva la necesidad de reconocerse como intérprete ante sus estudiantes. Por lo tanto, abordamos la importancia del diálogo en el aula y del docente como traductor-intérprete del lenguaje de la Química. Finalmente, ofrecemos algunas conclusiones sobre la importancia del docente como intérprete de la tradición científica que busca enseñar. La forma en que se imparte la educación escolar actualmente en el estado de Paraná termina limitando este movimiento de interpretación de la tradición por parte del docente. Comprendemos que, para enseñar Química, no basta con conocer el contenido químico, ya que es necesaria una actitud abierta al diálogo con el alumno para animarlo a cuestionar e interpretar el mundo y la ciencia que busca comprender, así como la tradición lingüística que nos ha traído hasta aquí.
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