A SALA DE AULA INVERTIDA: DO DISCURSO À AÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS / Inverted classroom: from discourse to action in science teaching

  • Bruna Gomes
  • Luís da Silva

Resumo

Este artigo surgiu de uma pesquisa exploratória, que se encontra em fase preliminar, usando a abordagem qualitativa e a técnica de revisão bibliográfica, com objetivo de debater o conceito de sala de aula invertida e sua aplicabilidade no ensino de Ciências. Na construção desse artigo, serviram de fundamentação teórica os autores Bergmann (2016), Beltramini (2015), Valente (2007), Ramal (2016), Sasaki (2014), Freire (2015), Pozo e Crespo (2009), Veiga (2002), dentre outros. Na sala de aula investida o aluno estuda os conteúdos básicos antes da aula, com vídeos, textos, arquivos de áudio, games e outros recursos. Desse modo, por estamos vivendo uma grande revolução na educação e consequentemente no ensino, as discussões mostram que a sala de aula invertida proporciona um ambiente de aprendizagem significativa, que não se resumem em cópias e memorização de conteúdos repassados pelo professor, mas sim em aulas mais atraentes, dinâmicas e participativas, além de críticas e reflexivas.

Publicado
2017-05-09
Como Citar
GOMES, Bruna; DA SILVA, Luís. A SALA DE AULA INVERTIDA: DO DISCURSO À AÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS / Inverted classroom: from discourse to action in science teaching. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S.l.], v. 9, n. 20, p. 145-152, maio 2017. ISSN 1984-7505. Disponível em: <http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/257>. Acesso em: 16 dez. 2019.
Seção
Artigos