QUAL O LUGAR DA BOTÂNICA NA BNCC E NO “NOVO ENSINO MÉDIO”?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.59666/Arete.1984-7505.v26.n40.3899

Palavras-chave:

Documentos curriculares, Ensino de Botânica, Ensino Médio, Esvaziamento científico

Resumo

O ensino de Botânica tem sido desafiador pela complexidade dos conceitos e pela falta de conexão com o cotidiano dos estudantes. Este artigo apresenta uma análise do “lugar” que a Botânica passou a ocupar, de forma documental, após a implementação da BNCC e do NEM. Foi realizado um levantamento documental no PCN e na BNCC a fim de compreender a importância que esses documentos oferecem à área Ciências da Natureza e ao tema Botânica. Ademais, discute-se como a BNCC e o NEM tem interferido no processo de ensino e aprendizagem de Botânica, principalmente neste último segmento da Educação Básica brasileira. Pode-se observar que o PCN contribui com menções importantes a respeito do conteúdo de Botânica, demonstrando a importância de conhecer as características dos vegetais. Contudo, não há, na BNCC, um detalhamento a respeito do conteúdo de Botânica no Ensino Médio. Além disso, o NEM trouxe uma redução na carga horária da disciplina de Ciências da Natureza, comprometendo ainda mais o ensino de Botânica. A BNCC adota uma perspectiva técnica e generalista com foco em uma formação voltada apenas para o mercado de trabalho, sem estimular o desenvolvimento do pensamento reflexivo e a formação de cidadãos críticos que consigam atuar de forma crítica perante os desafios da sociedade.  Sabe-se que o conhecimento do conteúdo de Botânica pode contribuir para a formação de cidadãos conscientes, contudo, percebe-se um esvaziamento dessa temática na BNCC.

Biografia do Autor

Thais Athayde dos Santos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Ensino em Biociências e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (PGEBS/IOC/Fiocruz). Graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Atuante em pesquisas voltadas para o Ensino de Botânica, possui experiência na área de Ensino de Ciências e atua como professora da educação básica. 

Marcelo Diniz Monteiro de Barros, Fundação Oswaldo Cruz- Fiocruz, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Possuo Graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1994-1997), Aperfeiçoamento em Produção de recursos autoinstrucionais para EAD pela Universidade Federal do Maranhão (2020), Especialização em Ensino de Ciências pela Universidade Federal de Minas Gerais (1998-1999), Especialização em Cidadania e Direitos Humanos no contexto das Políticas Públicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2022-2023), Mestrado em Biodiversidade e Meio Ambiente pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2004-2006), Doutorado em Ensino em Biociências e Saúde pelo Instituto Oswaldo Cruz - Fundação Oswaldo Cruz (2011-2014) e Estágios de Pós-Doutorado em Ensino em Biociências e Saúde pelo Instituto Oswaldo Cruz - Fundação Oswaldo Cruz (2015-2016 e 2017-2018). Fui professor, de 1998 a 2004, das disciplinas Ciências - para o Ensino Fundamental, e Biologia - para o Ensino Médio, na Rede Particular de Ensino em Belo Horizonte. Trabalho, desde 2004, como Professor, na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, associado ao Departamento de Ciências Biológicas. Trabalho, desde 2017, na Faculdade de Educação da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), como Professor, associado ao Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino (DMTE), até 2023, e ao Departamento de Processos de Ensino e Aprendizagem (DEPEA), a partir de 2024, lecionando as disciplinas Ciências da Natureza na Educação Infantil e em Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Ciências da Natureza: desenvolvimento da criança na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Aprovado em primeiro lugar em concurso público para a Universidade do Estado de Minas Gerais - Edital SEPLAG / UEMG n 08/2014, vaga n 165 (UM1074): Ciências da Natureza na Educação Infantil e em Anos Iniciais do Ensino Fundamental (40 horas, sem dedicação exclusiva). Belo Horizonte - Unidade: Faculdade de Educação. Participo como Pesquisador dos Grupos de Pesquisa intitulados Núcleo de Estudos sobre Educação, Meio Ambiente e Saúde - NEMAS e Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação em Ciências na Infância - GEPECI, ambos da Universidade do Estado de Minas Gerais. Fui bolsista de Produtividade em Pesquisa pela Universidade do Estado de Minas Gerais (12-2021 a 12-2022 - chamada pública 01-2021 e 04-2023 a 03-2024 - chamada pública 10-2022). As linhas de pesquisa em que trabalho tentam contribuir para o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável número 4 (ODS-4 - Educação de Qualidade - Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos). Durante a minha trajetória profissional já orientei 4 estudantes de Doutorado, 5 de Mestrado e dezenas de alunos em cursos de Especialização e de Graduação. Possuo 135 publicações em revistas científicas nacionais e internacionais, 7 capítulos de livros e 53 trabalhos completos publicados em eventos de natureza científica. Participei de 10 defesas públicas de teses de doutorado, de 10 qualificações de doutorado, de 26 defesas públicas de dissertações de mestrado e de 20 qualificações de mestrado. Recebi o Prêmio de Teses Alexandre Peixoto, do Instituto Oswaldo Cruz, em 2015 (pela originalidade do trabalho; sua relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação do país; e pelo valor agregado pela pesquisa ao sistema educacional) e o Prêmio Special Tribute, em 2020 (que premia as melhores práticas em educação, saúde, ciência, política, religião, lei, proteção e segurança, preparando o ser humano para ideias de inovação que valorizam a vida e impactam a sociedade). Sou credenciado, na condição de voluntário, como Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino em Biociências e Saúde - PG-EBS (nota 7 na Avaliação Quadrienal da CAPES de 2017 a 2020) do Instituto Oswaldo Cruz - Fundação Oswaldo Cruz.

Rosane Moreira Silva de Meirelles, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Doutora em Ciências. Orientadora no Programa stricto sensu em Ensino em Biociências e saúde (IOC, Fiocruz), lotada no Laboratório de Inovações e Terapias, Ensino e Bioprodutos (LITEB – IOC). Professora Associada no Departamento de Ensino de Ciências e Biologia (DECB- IBRAG -Uerj).

Referências

ALMEIDA, L. F.; GUIMARÃES, C. R. P. História e filosofia da ciência no ensino de biologia: contribuições dos parâmetros curriculares nacionais para o ensino médio. In: VIII Colóquio Internacional. Anais do VIII Colóquio Internacional ,2014. Disponível em: https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/2087/1/EnsinoBiologiaParametrosCurriculares.pdf Acesso em: 9 jul. 2024.

BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria da Educação Média e Tecnológica. (2000) Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/blegais.pdf . Acesso em: 9 jul. 2024.

BRASIL, Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN+) (2006). Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf. Acesso em: 9 jul. 2024.

BRASIL. Ministério da Educação. Base nacional comum curricular. Brasília, DF: MEC, 2018a. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/. Acesso em: 9 jul. 2024.

BRASIL. Ministério da Educação. Guia de implementação da Base nacional comum curricular. Brasília, DF: MEC, 2018b. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao/pro-bncc/material-de-apoio . Acesso em: 9 jul. 2024.

BATISTA, L.; ARAÚJO, J. A botânica sob o olhar dos alunos do ensino médio. Revista Areté| Revista Amazônica de Ensino de Ciências, v. 8, n. 15, p. 109-120, 2017. Disponível em: https://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/151/150 . Acesso em: 8 set. 2024.

BONFIM, L. R. M.; MARTINS, A. C. C. T.; PALHETA, I. C.; JUNIOR, A. S. M. O Ensino de Botânica em escolas públicas e particulares no município de Barcarena, Pará, Brasil. Revista Areté| Revista Amazônica de Ensino de Ciências, v. 8, n. 17, p. 167-176, 2017. Disponível em: https://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/188/187 . Acesso: 8 set. 2024.

CARVALHO, M. I. F. Reflexões sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC): um mecanismo do novo gerencialismo público na educação. 2022. 56f. Monografia (Licenciatura em Pedagogia) Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/68083 . Acesso em: 8 set. 2024.

CÁSSIO, F.; GOULART, D. C. A implementação do Novo Ensino Médio nos estados: das promessas da reforma ao ensino médio nem-nem. Retratos da escola, v. 16, n. 35, p. 285-293, 2022. Disponível em: https://retratosdaescola.emnuvens.com.br/rde/article/view/1620. Acesso em: 8 set. 2024.

CASTRO NETA, A. A.; CARDOSO, B. L. C.; NUNES, C. P. Reformas educacionais no contexto pós-golpe de 2016. Revista Educação em Debate, n. 77, p. 162-174, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/39948 . Acesso em: 8 set. 2024.

CASTRO, G. A. M.; SANTO, C. F. A. E.; BARATA R. C.; ALMOULOUD, S. A. Desafios para o professor de ciências e matemática revelados pelo estudo da BNCC do Ensino Médio. REVEMAT: Revista Eletrônica de matemática, v. 15, n. 2, p. 1-32. https://doi.org/10.5007/1981-1322.2020.e73147.

CHAVES, M.R. Análise de livros didáticos: avaliação e proposta de atividades práticas como incentivo ao ensino de botânica. 2020. 71f. Monografia (Especialização em Práticas Educacionais em Ciências e Pluralidade). Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Dois Vizinhos, 2020. Disponível em: https://riut.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/25281 . Acesso em: 8 set. 2024.

CONCEIÇÃO, A. R. Ensino de botânica: a importância do ensino por investigação como estratégia para alfabetização científica. 2020. 127f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Federal de Alagoas, Alagoas, 2020. Disponível em: https://www.repositorio.ufal.br/handle/riufal/7220 . Acesso em: 8 set. 2024.

DIÓGENES, E. M. N.; SILVA, V. M. C. B. O neoliberalismo e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC): aproximações contextuais. Revista Plurais-Virtual, v.10, n. 3, p. 350-366, 2020. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/revistapluraisvirtual/article/view/12126 . Acesso em: 9 jul. 2024.

ESQUINSANI, R. S. S.; SOBRINHO, S. C. O Retrocesso da Reforma do Ensino Médio, A BNCC, o Neoliberalismo Educacional e a Marginalização dos Institutos Federais – Ifs. Inter- Ação, v. 45, n. 1, p. 151-168, 2020. https://doi.org/10.5216/ia.v45i1.61630

FARIA, M.T. A importância da disciplina Botânica: Evolução e perspectivas. Revista Uniaraguaia, v. 2, n. 2, p. 87-98, 2012. Disponível em: https://sipe.uniaraguaia.edu.br/index.php/REVISTAUNIARAGUAIA/article/download/53/43. Acesso em: 9 jul. 2024.

GALIAN, C. V. A.; PIETRI, É.; SASSERON, L. H. Modelos de professor e aluno sustentados em documentos oficiais: dos PCNS à BNCC. Educação em Revista, v. 37, p. e25551, 2021. https://doi.org/10.1590/0102-469825551

IORA, M.; NOGUTI, F.C. H. Números racionais e os documentos norteadores: o que nos mostram os livros do PNLD no período de 1980–2020. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, v. 13, n. 4, p. 1-24, 2023. Disponível em: https://scholar.archive.org/work/4uhomt5g4ba7ndzcpap2cwvctu/access/wayback/https://revistapos.cruzeirodosul.edu.br/index.php/rencima/article/download/3845/1815 . Acesso em: 8 set. 2024.

LEAL, C. A. A biologia escolar no documento normativo: a Base Nacional Comum Curricular. In: Congresso Nacional de Ensino de Ciências e Formação de professores,III, 2022. Anais ...2022, p.1-15. Disponível em: https://www.even3.com.br/anais/iiicecifopufcat2022/455875-a-biologia-escolar-no-documento-normativo--a-base-nacional-comum-curricular/ . Acesso em: 8 set. 2024.

LEITE, V.S. M.; MEIRELLES, R. M. S. O Ensino de Botânica na Base Nacional Comum Curricular: Construções, Acepções, Significados e Sentidos. Alexandria: Revista de Educação em Ciência e Tecnologia, v. 16, n. 2, p. 213-230, 2023. https://doi.org/10.5007/1982-5153.2023.e91420

LOPES, A. C. Itinerários formativos na BNCC do Ensino Médio: identificações docentes e projetos de vida juvenis. Retratos da escola, v. 13, n. 25, p. 59-75, 2019. https://doi.org/10.22420/rde.v13i25.963

LOPES, A. C. Os parâmetros curriculares nacionais para o ensino médio e a submissão ao mundo produtivo: o caso do conceito de contextualização. Educação & Sociedade, v. 23, n. 80, p. 386-400, 2002.

MACEDO, E. Base Nacional Curricular Comum: novas formas de sociabilidade produzindo sentidos para educação. Revista E-curriculum, v.12, n. 3, p.1530-1555, 2014. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/21666 . Acesso em: 8 set. 2024.

MATTOS, K. R. C.; AMESTOY, M. B.; TOLENTINO NETO, L. C. B. O ensino de Ciências da Natureza nas versões da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Amazônia: Revista de Educação em Ciências e Matemáticas, v. 18, n. 40, p. 22-34, 2022. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=8631186 . Acesso em: 8 set. 2024.

MEIRA, M.; BONAMINO, A. Contribuições dos estudos de implementação para a análise de políticas educacionais: uma breve discussão do contexto de implementação da BNCC. Educar em Revista, v. 37, p. e78979, 2021. http://dx.doi.org/10.1590/0104-4060.78979

MELLO, S. S. Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação ambiental na escola. In: LOUREIRO, Carlos Frederico B. Um olhar sobre educação ambiental nas escolas. Brasília: UNESCO, 2007. p.65-72. Disponível em: https://ria.ufrn.br/jspui/handle/123456789/1300. Acesso em: 8 set. 2024.

METZ, G. D.; WACHHOLZ, N. R.; CANAN, S. R. Currículo escolar, BNCC e formação integral. Revista Cocar, v. 14, n. 30, p. 1-16, 2020. Disponível em: https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/3464 . Acesso em: 8 set. 2024.

NASCIMENTO, B. M.; DONATO, A. M.; SIQUEIRA, A. E.; BARROSO, C. B.; SOUZA, A. C.T.; LACERDA, S. M.; BORIM, D. C. D. E. Propostas pedagógicas para o ensino de Botânica nas aulas de ciências: diminuindo entraves. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 16, n. 2, p. 298-315, 2017. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=5998540 . Acesso em: 9 jul. 2024.

NOGUEIRA, E. (2000). Uma história brasileira da botânica. Editora Marco Zero: São Paulo. 255p.

PAULA, V. M.; MONTEIRO, M. L.; RODRIGUES, T. R. Experiência de uma abordagem prática no ensino de Botânica. Revista Sítio Novo, v. 4, n. 3, p. 204-213, 2020. Disponível em: https://sitionovo.ifto.edu.br/index.php/sitionovo/article/view/579/218 . Acesso em: 8 set. 2024.

PIASSA, G.; NETO, J. M.; SIMÕES, A. O. Os conceitos de cegueira botânica e zoochauvinismo e suas consequências para o ensino de biologia e ciências da natureza. Revista Internacional de Pesquisa em Didática das Ciências e Matemática, v. 3, p. 1-19, 2022. Disponível em: https://periodicoscientificos.itp.ifsp.edu.br/index.php/revin/article/view/641 . Acesso em: 8 set. 2024.

PINHEIRO, B. C. S.; EVANGELISTA, N. A. M.; MORADILLO, E. F. A reforma do “novo Ensino Médio”: uma interpretação para o ensino de ciências com base na pedagogia histórico-crítica. Debates em Educação, v. 12, n. 26, p. 242-260, 2020. https://doi.org/10.28998/2175-6600.2020v12n26p242-260

PIZOLATI, A. R. C. A instituição da racionalidade neoliberal nas políticas educacionais brasileiras a partir dos princípios “continuar aprendendo” e “aprender a aprender”. Arquivos de Análise de Políticas Educacionais, v. 29, n. 150, p.1-29, 2021. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=8528288 . Acesso em: 8 set. 2024.

RODRIGUES, L. Z.; MOHR, A. “Tudo deve mudar para que tudo fique como está”: Análise das implicações da Base Nacional Comum Curricular para a Educação em Ciências. Revista e-Curriculum, v. 19, n. 4, p. 1483-1512, 2021. https://doi.org/10.23925/1809-3876.2021v19i4p1483-1512

SALATINO, A.; BUCKERIDGE, M. “Mas de que te serve saber botânica?”. Estudos Avançados, v. 30, n. 87, p. 177-96, 2016. https://doi.org/10.1590/S0103-40142016.30870011

SANTOS, I. C. O.; SILVA, B. I.; ECHALAR, A. D. L. F. Percepções dos alunos do curso de Biologia a respeito de sua formação para e com o conteúdo de Botânica, 2015.

SELLES, S. E. A BNCC e a Resolução CNE/CP no 2/2015 para a formação docente: a “carroça na frente dos bois”. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 35, n. 2, p. 337-344, 2018. https://doi.org/10.5007/2175-7941.2018v35n2p337

SELLES, S. L. E.; OLIVEIRA, A. C. P. Ameaças à Disciplina Escolar Biologia no “Novo” Ensino Médio (NEM): Atravessamentos Entre BNCC e BNC-Formação. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, v. 22, p.1-34, 2022. https://doi.org/10.28976/1984-2686rbpec2022u13531386

SILVA, D. A. C.; PASQUAL, F. M.; BLASZKO, C. E. Desafios e possibilidades do novo Ensino Médio: Uma revisão sistemática de literatura. Ensino & Pesquisa, v. 20, n. 3, p. 211-225, 2022. https://doi.org/10.33871/23594381.2022.20.3.7205

SILVA, M. V.; SANTOS, J. M. C. T. A BNCC e as implicações para o currículo da Educação Básica. In: Congresso Nacional da Diversidade do Semiárido, Plataforma Espaço Digital. Anais..., 2018. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/50466 . Acesso em: 9 jul. 2024.

SILVA, R. C. V. M.; SILVA, A. S. L.; FERNANDES, M. M.; MARGALHO, L. F. Noções Morfológicas e Taxonômicas para Identificação Botânica. 1ª edição. Brasília: Embrapa, 2014. 111p.

SIQUEIRA, R. M.; MORADILLO, E. F. As Ciências da Natureza na BNCC para o Ensino Médio: reflexões a partir da categoria trabalho como princípio organizador do currículo. Revista Contexto & Educação, v. 37, n. 116, p. 421-441, 2022. https://doi.org/10.21527/2179-1309.2022.116.10451

SOUSA, I. S.; SOUZA, J. M.; SILVA, N. C.; NEVES, M. A. Sistema transversal de ensino-aprendizagem, um desafio no planejamento reflexivo do ensino de Botânica. Revista Areté| Revista Amazônica de Ensino de Ciências, v. 9, n. 20, p. 176-183, 2017. Disponível em: https://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/261/260 . Acesso em: 8 set. 2024.

TARLAU, R.; MOELLER, K. O consenso por filantropia: Como uma fundação privada estabeleceu a BNCC no Brasil. Currículo sem fronteiras, v. 20, n. 2, p. 553-603, 2020. Disponível em: https://pure.psu.edu/en/publications/o-consenso-por-filantropia-como-uma-funda%C3%A7%C3%A3o-privada-estabeleceu- . Acesso em: 8 set. 2024.

TOWATA, N.; URSI, S.; SANTOS, D. Y. A. C. Análise da percepção dos licenciandos sobre o “ensino de botânica na educação básica”. Revista da SBEnBio, v. 3, n. 1, p. 1603-1612, 2010. Disponível em: https://scholar.archive.org/work/kbybz4an55a27ah2qpxhy54fna/access/wayback/http://revistapos.cruzeirodosul.edu.br/index.php/rencima/article/download/2443/1388/ . Acesso em: 8 set. 2024.

TOZONI-REIS, M. F. C. Temas ambientais como" temas geradores": contribuições para uma metodologia educativa ambiental crítica, transformadora e emancipatória. Educar em revista, n. 27, p. 93-110, 2006. https://doi.org/10.1590/S0104-40602006000100007

URSI, S.; BARBOSA, P. P.; SANO, P. T.; BERCHEZ, F. A. S. Ensino de Botânica: conhecimento e encantamento na educação científica. Estudos avançados, v. 32, n. 94, p. 7-24, 2018. https://doi.org/10.1590/s0103-40142018.3294.0002

VIEIRA, L. D.; NICOLODI, J. C.; DARROZ, L. M. A área de Ciências da Natureza nos PCN e na BNCC. Revista Insignare Scientia-RIS, v. 4, n. 5, p. 105-122, 2021. https://doi.org/10.36661/2595-4520.2021v4i5.12561

Downloads

Publicado

2026-01-15

Como Citar

DOS SANTOS, T. A.; DE BARROS, M. D. M.; DE MEIRELLES, R. M. S. QUAL O LUGAR DA BOTÂNICA NA BNCC E NO “NOVO ENSINO MÉDIO”?. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S. l.], v. 26, n. 40, p. e26001, 2026. DOI: 10.59666/Arete.1984-7505.v26.n40.3899. Disponível em: http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/3899. Acesso em: 13 ago. 2026.