ENSINO DE CIÊNCIAS, INCLUSÃO E ESPAÇO NÃO-FORMAL: O USO DE UMA TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ENSINO DE CITOLOGIA

Autores

  • Miani Corrêa Quaresma
  • Edmar Fernandes Borges Filho
  • Bianca Venturieri

Palavras-chave:

Estudo celular. Educação especial. Educação inclusiva.

Resumo

A formação docente se dá através de uma complexidade de fatores e vivências. Com base neste fato, este artigo traz o relato das experiências docentes em relação à educação especial, em um espaço não-formal de aprendizagem. O objetivo deste trabalho foi descrever as práticas pedagógicas, em relação à Tecnologia Assistiva (TA) construída, explicitando perspectivas a formação docente através das experiências vivenciadas junto aos professores visitantes do espaço não-formal de aprendizagem. O material didático desenvolvido demonstrou a eficácia da TA no ensino de biologia e sua aplicabilidade em espaços não-formais. As vivências relatadas são norteadoras para discentes que pretendem desenvolver habilidades em educação especial. Com base nas falas dos docentes visitantes ao espaço não-formal, concluímos que estes necessitam de formação continuada, sendo de extrema necessidade que as Instituições de Ensino Superior fomentem projetos de extensão para que graduandos desfrutem de formação docente em espaços não escolares.

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Publicado

2020-01-02

Como Citar

QUARESMA, M. C.; FILHO, E. F. B.; VENTURIERI, B. ENSINO DE CIÊNCIAS, INCLUSÃO E ESPAÇO NÃO-FORMAL: O USO DE UMA TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ENSINO DE CITOLOGIA. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S. l.], v. 12, n. 26, p. 87–97, 2020. Disponível em: http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/1662. Acesso em: 29 jan. 2026.

Edição

Seção

Artigos