OS RESÍDUOS SÓLIDOS NA SUSTENTAÇÃO DA FAMÍLIA DE UM USUÁRIO DE CRACK: UMA QUESTÃO SOCIAL E AMBIENTAL

  • Ana Leila Gazel Ribas UEA

Resumo

O presente estudo aborda o impacto ambiental e social causado pela captação de resíduos sólidos por usuários de crack. O uso de substâncias psicoativas acompanha a humanidade há milênios. No século XIX e XX seu uso deixou de ser algo ritualístico para tomar outros ares. O consumo de drogas aumentou exponencialmente. O vício em drogas pesadas traz consequências nocivas para os usuários. A exclusão social e o abandono familiar são constantes na vida dos viciados em crack, fazendo com que muitos morem nas ruas. Na reciclagem de materiais eles encontram uma forma de sustentar a si próprios, à família e o vício. É importante que se compreenda a importância da reciclagem para o meio ambiente. No entanto, os danos desse tipo de comércio advêm da forma como ele é feito. Locais repletos de lixo, com alto índice de insalubridade fazem com que os centros urbanos, onde se localizam os pontos de consumo e venda de drogas, se deteriorem de forma rápida e contínua. O prejuízo social também pode ser notado. Pessoas deixam de frequentar esses locais, fazendo com que o comércio entre em falência. O objetivo geral da pesquisa é mostrar que o uso de crack traz prejuízos para o meio ambiente e a sociedade. A metodologia utilizada foi a de abordagem bibliográfica qualitativa-descritiva extraída de livros, artigos e revistas impressas e eletrônicas voltadas para o tema em questão. Conclui-se que as políticas públicas antidrogas são ineficazes e não conseguem acabar com o tráfico e o consumo de crack nos centros urbanos.

Publicado
2019-02-01
Como Citar
RIBAS, Ana Leila Gazel. OS RESÍDUOS SÓLIDOS NA SUSTENTAÇÃO DA FAMÍLIA DE UM USUÁRIO DE CRACK: UMA QUESTÃO SOCIAL E AMBIENTAL. Nova Hileia | Revista Eletrônica de Direito Ambiental da Amazônia. ISSN: 2525 – 4537, [S.l.], v. 4, n. 1, fev. 2019. ISSN 2525-4537. Disponível em: <http://periodicos.uea.edu.br/index.php/novahileia/article/view/1331>. Acesso em: 16 dez. 2019.
Seção
Artigos