Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
  • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF.
  • URLs para as referências foram informadas quando possível.
  • O texto está em espaço simples; usa uma fonte de 12-pontos; emprega itálico em vez de sublinhado (exceto em endereços URL); as figuras e tabelas estão inseridas no texto, não no final do documento na forma de anexos.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.

Diretrizes para Autores

NORMAS DE PUBLICAÇÃO

Geopolítica Transfronteiriça (ISSN 2527-2349) é a revista científica do Centro de Estudos Superiores de Tabatinga da Universidade do Estado do Amazonas (CSTB/UEA), tendo como objetivo divulgar trabalhos de pesquisas originais e inéditos sobre assuntos de interesse Geopolíticos, Geografia Política, Relações Internacionais e Assuntos relacionados a temática fronteiriça tendo em vista as relações estabelecidas entre espaço e poder, Os pesquisadores interessados em publicar na Revista Geopolítica Transfronteiriça devem preparar os originais dos seus trabalhos conforme as orientações que se seguem, exigências obrigatórias para o recebimento dos textos. Estes serão encaminhados para avaliação, conforme o previsto pelo regimento do periódico.

1. Os textos enviados para esta revista deverão ser inéditos e redigidos em língua portuguesa.

2. Os artigos terão o mínimo de 15 e o máximo de vinte páginas, em formato A4 (210 x 297 mm), impresso em uma só face, sem rasuras e/ou emendas.

3. Os originais deverão ser enviados por e-mail; sendo uma cópia sem identificação dos autores e outra completa (digitados em Word for Windows), com a seguinte formatação:

a) Título: centralizado, negritado e em caixa alta;

b) Nome completo do(s) autor(es): na segunda linha, a direita, com nota de rodapé contendo: titulação, nome da instituição de filiação e endereço eletrônico. No máximo 3 autores;

c) Subtítulos de seções: sem recuo, sem numeração, negritados e apenas com a primeira letra em maiúscula;

d) Texto digitado em fonte Times New Roman, tamanho 12;

e) Espaço entre linhas de 1,5 e espaço duplo entre as seções do texto, assim como entre o texto e as citações longas, as ilustrações, as tabelas etc.;

f) Margens superior de 3 cm e inferior de 2 cm, e margens esquerda de 3 cm e direita de 2 cm;

g) Recuo de 1 cm no início do parágrafo e recuo de 4 cm nas citações longas;

h) Uso de itálico para termos estrangeiros;

i) Uso de itálico para títulos de livros e periódicos.

4. As informações retiradas de outros autores devem ser apresentadas, no decorrer do texto, da seguinte forma:

a) quando se fizer referência ao autor no corpo do texto, seu nome deve vir grafado somente com as iniciais em maiúsculas, seguido de data e página entre parênteses. Ex: De acordo com Severino (1996, p. 94);

b) quando o autor for citado sem que tenha seu nome mencionado no corpo do texto, deve ser grafado apenas seu sobrenome, entre parênteses, com todas as letras em maiúsculas, seguido de data e página (SEVERINO, 1996, p. 94). Essa regra deve ser utilizada tanto para citações curtas como para citações longas.

5. As citações textuais curtas, com 3 linhas ou menos, devem ser apresentadas, no corpo do texto, entre aspas e sem itálico.

6. As citações textuais longas, com mais de 3 linhas, devem ser apresentadas em tamanho 11 e espaço simples entre linhas. Elas devem constituir um parágrafo próprio, separado do texto por espaço duplo, sem a necessidade da utilização das aspas.

7. As notas explicativas deverão ser apresentadas em rodapé, com fonte tamanho 10 e numeradas em algarismos arábicos.

8. Os artigos deverão ser precedidos por um resumo bilíngue, em português e inglês , com 200 palavras no máximo em um só parágrafo, sem recuo. Deve ser adotada a fonte Times New Roman, tamanho 11, espaçamento simples. O resumo é seguido de palavras-chave do texto (no mínimo 3 e no máximo 5 palavras-chave). As palavras-chave devem ser apresentadas, também, na versão em inglês.

9. As referências bibliográficas deverão ser apresentadas no fim do texto, devendo conter somente as obras citadas, em ordem alfabética, sem numeração, segundo as normas da ABNT. Algumas orientações básicas podem ser apresentadas:

a) Para livros:

SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título da obra. Local de publicação: Editora, Ano de publicação.

b) Para capítulo de livros:

SOBRENOME DO AUTOR DO CAPÍTULO, Nome. Título do capítulo. In: SOBRENOME DO ORGANIZADOR, Nome. (Org.). Título da obra. Local de publicação: Editora, Ano de publicação. Página inicial-final do capítulo.

c) Para artigos publicados em periódicos:

SOBRENOME DO AUTOR DO ARTIGO, Nome. Título do artigo. Título do periódico, Local de publicação, volume do periódico, número do fascículo, página inicial-final do artigo, mês e ano.

10. As ilustrações (figuras, tabelas, desenhos, gráficos, mapas, fotografias etc.) devem vir prontos para serem impressas, dentro do padrão geral do texto e no espaço destinado a ele(s) pelo(s) autor(es) (no formatos PCX, BMP ou TIF). As fotografias devem ter suporte brilhante, nas cores preto e branco ou colorida. As dimensões máximas, incluindo legenda e título, são de 15 cm, no sentido horizontal da folha e de 23 cm, no seu sentido vertical. Deve-se, também, indicar a fonte da ilustração, conforme as normas da ABNT.

11. Os autores devem se responsabilizar pela correção ortográfica e gramatical (Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa), bem como pela digitação do texto, que será publicado exatamente conforme enviado. Recomenda-se aos autores que submetam seus textos à correção de um especialista, sob pena de serem rejeitados.

12. Todos os originais serão submetidos à apreciação do Conselho Editorial que poderá aceitar, recusar ou, ainda, reapresentá-los ao(s) autor(es) com sugestões de alterações na estrutura ou no conteúdo do texto. Os originais não aprovados poderão ser devolvidos ao(s) autor(es), a pedido.

13. Os conceitos emitidos nos trabalhos são de responsabilidade exclusiva do(s) autor(es), não implicando, necessariamente, na concordância da UEA e da Coordenação Editorial.

14. Será indicada a data da aprovação do trabalho pelo Conselho Editorial a fim de preservar a relevância das informações contidas no mesmo.

Artigos

Política padrão de seção

Artigo - Clássico Geopolítico

Seção destinada para textos transcritos e que foram publicados no século XX, porém não estão mais em circulação. 

Políticas e Gestão em Segurança Pública: Perspectivas Humanas e Geopolíticas

Dossiê de Submissão de Artigos – Programa de Pós-Graduação em Segurança Pública, Cidadania e Direitos Humanos (PPGSP)

O dossiê de submissão de artigos tem como objetivo reunir, sistematizar e divulgar produções acadêmicas e científicas que contribuam para o aprofundamento dos debates e das práticas relacionadas à segurança pública. A proposta busca reunir pesquisas em desenvolvimento ou concluídas que valorizem abordagens que evidenciem as dimensões sociais, políticas, culturais e institucionais do tema.

O dossiê está organizado em duas grandes linhas temáticas, que orientam a submissão dos trabalhos:

  1. Sociedade, Estado, Cultura e Segurança Pública
    Esta linha concentra-se em pesquisas que problematizam as relações entre sociedade, Estado e cultura, considerando a segurança pública como um fenômeno complexo e multifacetado. São bem-vindos artigos que discutam temas como cidadania, direitos humanos, violência, controle social, territorialidades, identidades, práticas culturais e participação social nos processos de construção e consolidação de políticas públicas de segurança.

  2. Políticas e Gestão em Segurança Pública
    Esta linha temática contempla estudos voltados para a análise, formulação, implementação e avaliação de políticas e práticas de gestão em segurança pública. Acolhe trabalhos que abordem temas como governança, instituições de segurança, justiça criminal, planejamento estratégico, inovações tecnológicas, inteligência, monitoramento e avaliação de políticas públicas, além de experiências e estudos comparativos.

As submissões devem apresentar contribuições originais, com fundamentação teórica consistente, diálogo com a produção científica nacional e internacional, além de relevância social e acadêmica para o campo da segurança pública e dos direitos humanos. O dossiê também busca estimular a participação de pesquisadores, profissionais, estudantes e representantes da sociedade civil comprometidos com a construção de uma segurança pública democrática e cidadã.

CONGEO - GT 1: Geografia Política e Geopolítica

Geografia política e geopolítica na história das ciências; Geopolítica clássica e suas releituras contemporâneas; As geopolíticas críticas e a renovação da geopolítica; Circulação das ideias geopolíticas: entre o acadêmico, o prático e o popular; Historiografia e história do pensamento geopolítico brasileiro; O uso de imagens e mapas na produção e recepção de ideias geopolíticas; Teorias, conceitos e métodos da geografia política; Diálogos interdisciplinares da geografia política e da geopolítica; Redes, instrumentos e tecnologias espaciais de poder; Geopolítica do conhecimento e colonialidade do saber/poder; Abordagens alternativas de classe, raça e gênero na geografia política.

CONGEO - GT 2: (Geo)Políticas do Meio Ambiente, Gestão de Recursos ...

Análise crítica das relações entre natureza, território, poder e políticas públicas, considerando as múltiplas escalas de apropriação, controle e estão dos recursos naturais. Reúne contribuições que problematizam as sustentabilidades e as interfaces entre dinâmicas políticas, institucionais,
econômicas, técnicas e territoriais, à luz das contradições do desenvolvimento contemporâneo, das mudanças climáticas e dos desafios da governança ambiental global. Abrange estudos sobre
risco ambiental, vulnerabilidades socioespaciais e políticas de prevenção, mitigação e adaptação, bem como sobre conflitos territoriais, justiça ambiental e disputas geopolíticas em torno do acesso, da gestão e da governança dos recursos naturais, incluindo questões de soberania e
segurança ambiental. Contempla análises de políticas de águas, biodiversidade, áreas protegidas e energia, com atenção às escalas local, regional, nacional e global de formulação e implementação, assim como disputas interestatais e arranjos multilaterais associados a ordem ambiental. Incluem-se, ainda, debates sobre poluição e medidas mitigadoras, mercados ambientais (do ar, da água e do carbono), instrumentos econômicos e regulatórios, estratégias de controle do uso da natureza e seus impactos socioambientais.

CONGEO - GT 3: Fronteiras e Limites em Múltiplas Escalas

Teorias e metodologias para Estudos Fronteiriços; Formação territorial das fronteiras e dos limites; História do pensamento sobre fronteiras; Interações espaciais transfronteiriças; Divisões e limites em diferentes escalas; Agentes e suas práticas nas fronteiras internacionais; Geopolítica
e disputas nas fronteiras; Cidades gêmeas e regiões fronteiriças e transfronteiriças; Políticas de defesa, segurança e controle das fronteiras; Integração, migração e desenvolvimento regional nas fronteiras do mundo contemporâneo.

CONGEO - GT 4: Cidadania, Políticas Públicas territoriais e suas escalas ...

Agentes, atores e escalas de gestão dos territórios: cooperações e competições entre níveis de poder; Recomposições e pactos político-territoriais; Estado nacional, desenvolvimentismo e suas escalas de ação; Redefinição das políticas territoriais em cenários de instabilidade financeira; Novos atores/sujeitos políticos, econômicos e culturais em processos de governança territorial; A multidimensionalidade do poder na gestão do território; Competências, competições e cooperações no federalismo; Verticalidades e horizontalidades: a resistência local frente aos projetos heterônomos e exógenos; Responsabilidade Social do Território (RST) e os localismos éticos; Políticas distritais e de bairro na construção de uma gestão territorial participativa; mobilidade/transferência de política pública na governança territorial.

CONGEO - GT 5: Integração Regional, Regionalismo e Novos Espaços ...

Fundamentos do Novo e do Novíssimo Regionalismo e políticas de coesão territorial; Iniciativas de integração territorial sul-americanas: desafios e perspectivas frente às incertezas contemporâneas; Belt and Road Initiative e investimentos regionais; A América do Sul como uma
região geopolítica e os rumos atuais da integração sul-americana; Repercussões das iniciativas de integração territorial; A dimensão política da integração física, das redes técnicas/informacionais e da conectividade regional; Integração como possibilidades de desenvolvimento territorial de regiões periféricas; Transnacionalização dos conflitos, sistema interestatal e segurança regional; Migrações internacionais: redes, transnacionalismos, refugiados e repercussões regionais; Poder
global, hegemonia, novos atores e a questão regional; Os crescentes gastos em defesa e os impactos nos cenários regionais; A ascensão da China nos cenários regionais e global: Belt and Road Initiative e investimentos no continente africano; Blocos regionais: avanços, retrocessos e fraturas no século XXI.

CONGEO - GT 6: Geografia Eleitoral e escalas de representação e participação

Espacialidade do voto e cartografia temática; métodos quantitativos e qualitativos na geografia eleitoral; representação política: tipologias, declínios e avanços; espaço geográfico e efeito composicional; espaço geográfico e efeito contextual do voto; espaços políticos de representação e participação; manifestações políticas e suas espacialidades; dinâmicas eleitorais do Brasil contemporâneo; populismos e expansão autoritária no Brasil e no mundo; avanços e retrocessos da democracia representativa; democracia participativa, deliberativa e outros modelos democráticos; múltiplas escalas da democracia.

CONGEO - GT 7: Geografia Política e Ensino

Temas políticos emergentes no ensino da Geografia; Geografia, política e interdisciplinaridade na educação básica; A educação e o ensino da Geografia em contextos territoriais e políticos alternativos; Cartografias e representações no ensino da Geografia; A dimensão política na
produção de materiais didáticos; Experiências pedagógicas e metodologias inovadoras no diálogo com a Geografia Política; A dimensão geopolítica do currículo; Os conceitos e categorias da
geografia política no ensino da Geografia; O professor de Geografia e as políticas educacionais; Territórios de re-existência, movimentos sociais/ambientais e a educação como campo de ação política; Os conhecimentos geográficos na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

CONGEO - GT 8: Geografia Política e Geopolítica Urbanas

Urbanização como projeto geopolítico no Brasil; Política urbana no Brasil contemporâneo; Instrumentos de gestão urbana e governamentalidade; Instituições e espaços políticos de gestão da cidade; Elites políticas, grupos marginalizados e os Conselhos de gestão urbana; Geografia
política dos planos e projetos urbanos no Brasil; Imagens e representações da cidade; Disputas pela memória nas cidades brasileiras; Construção da memória e identidade territoriais; Arte
urbana como recurso político; Paisagem política e política da paisagem; Movimentos sociais urbanos e as cidadanias insurgentes; Práticas espaciais insurgentes, ação direta na cidade e o direito à cidade; Periferia, disputas por visibilidade e espaços públicos; Política de gênero e
questões étnico-raciais na cidade; Políticas de segregação, territórios de exclusão e contenção territorial nas cidades brasileiras; Geopolítica Urbana e militarização do espaço; Religiosidades, política e cidades contemporâneas.

CONGEO - GT 9: Pensamento crítico, anti-hegemonias e diversidade

As relações de poder expressas na institucionalidade do Estado moderno, estrutural e historicamente pouco abertas à participação popular, têm sido questionadas nas últimas décadas por diversos sujeitos sociais organizados em uma base territorial comunitária. As organizações e entidades da sociedade civil se insurgem contra uma ordem territorial subalternizadora de categorias de sujeitos sociais, sendo, sobretudo, mulheres, negros, indígenas, migrantes que,
diante da crise climática global que se impõe, são os mais atingidos pela injustiça social e ambiental. Ao considerarmos que os sujeitos sociais produzem geografias quando organizam politicamente o espaço, caminhamos em um terreno fértil para analisar sua práxis, que no Brasil
se colocam através de discussões como o corpo-território, Ecologia Política, autodemarcações e retomadas indígenas, titulação de territórios quilombolas, instauração de Unidades de Conservação, políticas migratórias e estratégias de mobilidade e permanência no espaço, além
de engajamentos participantes em âmbito da construção coletiva de políticas públicas sociais e territoriais. A participação desses sujeitos sociais na elaboração de políticas que pautam a natureza e seus direitos se impõe, uma vez que são esses corpos subalternizados que carregam
consigo saberes populares e/ou ancestrais, pilares de outras relações sociedade-natureza. Assim, este Grupo de Trabalho contribui empírica, epistemológica e ontologicamente com a renovação de preceitos da Geografia Política, na perspectiva crítica, contra e anti-hegemônica.

Política de Privacidade

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.