HOLDINGS FAMILIARES COMO INSTRUMENTO DE BLINDAGEM PATRIMONIAL E PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO

Autores

  • Pedro Henrique Rocha de Souza Fiacadori phrdsf.dir20@gmail.com
    Universidade do Estado do Amazonas
  • André Petzhold Dias apdias@uea.edu.br
  • Claúdia de Moraes Martins Pereira cmartins@uea.edu.br

Palavras-chave:

Holding familiar, blindagem patrimonial, planejamento sucessório, direito sucessório, estrutura societária.

Resumo

O presente trabalho aborda a utilização das holdings familiares como instrumento de blindagem patrimonial e planejamento sucessório, destacando sua relevância no contexto jurídico brasileiro. As holdings familiares são estruturas societárias criadas com o objetivo de centralizar a gestão de bens e ativos de uma família, buscando a proteção do patrimônio e a facilitação da sucessão de bens. A pesquisa visa explorar a aplicabilidade da holding familiar em casos de proteção contra credores e em cenários de planejamento sucessório, além de analisar os benefícios e limitações dessa ferramenta jurídica. A metodologia adotada é de caráter qualitativo, com pesquisa bibliográfica e análise da legislação pertinente, acompanhada de estudo de casos e jurisprudência relacionada. O estudo revela que as holdings familiares, ao permitir a gestão estratégica de bens e a minimização de disputas sucessórias, desempenham papel fundamental na preservação do patrimônio familiar, sendo, no entanto, necessárias considerações sobre seus custos, complexidade e riscos envolvidos. Conclui-se que as holdings familiares representam uma alternativa eficaz para o planejamento sucessório, desde que observados os aspectos legais e estratégicos pertinentes a sua constituição e manutenção.

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Publicado

2026-03-20

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Como Citar

de Souza Fiacadori, P. H. R., Petzhold Dias, A. ., & Martins Pereira, C. de M. . (2026). HOLDINGS FAMILIARES COMO INSTRUMENTO DE BLINDAGEM PATRIMONIAL E PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO. Equidade: Revista Eletrônica De Direito Da UEA - ISSN: 2675-5394, 14(3). Recuperado de http://periodicos.uea.edu.br/index.php/equidade/article/view/4082