POLÍCIA MILITAR, CONSTITUCIONALISMO E CONTROLE SOCIAL

O DESAFIO DA ATUAÇÃO IMPARCIAL EM TEMPOS DE INSTABILIDADE POLÍTICA

Autores

  • Phablo Silva Cruz 2018phablo@gmail.com
  • Denison Melo de Aguiar daguiar@uea.edu.br
    UEA
  • Neuton Alves de Lima nalima@uea.edu.br
    UEA
  • Flávio Humberto Pascarelli Lopes fpascarellilopes@icloud.com
    ESMAM

Resumo

A Constituição Federal de 1988 consolidou o Brasil como um Estado Democrático e estabeleceu princípios fundamentais que asseguram respeito, segurança, e liberdade de ação. Em um sentido geral, é responsabilidade do estado, um direito de todos, garantir a ordem pública e promover a cidadania por meio da polícia militar (art. 144, CF/88). Embora seja uma polícia preventiva, a polícia militar assume um papel estratégico na consolidação da democracia, particularmente quando envolvida com a promoção da paz social e do controle social democrático. Mas durante períodos de instabilidade política, surgem obstáculos institucionais que ameaçam minar a neutralidade da corporação, transformando-a em uma ferramenta de um interesse específico e/ou governamental. Este artigo visa estudar os dilemas colocados à Polícia Militar diante de uma situação hipotética e os desafios inerentes à ação imparcial, com ênfase no policiamento comunitário e na distinção entre função estatal e interesses políticos temporais.

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Publicado

2026-07-07

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Como Citar

Silva Cruz, P., Melo de Aguiar, D. ., Alves de Lima, N., & Pascarelli Lopes, F. H. (2026). POLÍCIA MILITAR, CONSTITUCIONALISMO E CONTROLE SOCIAL: O DESAFIO DA ATUAÇÃO IMPARCIAL EM TEMPOS DE INSTABILIDADE POLÍTICA. Equidade: Revista Eletrônica De Direito Da UEA - ISSN: 2675-5394, 1(1). Recuperado de http://periodicos.uea.edu.br/index.php/equidade/article/view/5378

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