Tutela Jurídica e Ineficácia Normativa do Direito ao Ssossego: Poluição Sonora, Pertubação do Silêncio e Cultura Festiva

Autores

  • MATHEUS REIS DO NASCIMENTO Mrdn.dir21@uea.edu.br
    UEA - Escola de Direito
  • Dempsey Pereira Ramos Junior djunior@uea.edu.br

Palavras-chave:

Direito ao sossego, Poluição sonora, Direito Civil, Cultura, Efetividade das normas

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo analisar a tutela jurídica do direito ao sossego frente à poluição sonora no meio ambiente artificial, sob a perspectiva do Direito Civil e do Direito Ambiental. Parte-se do reconhecimento de que o ordenamento brasileiro possui normas expressas, como o Código Civil (art. 1.277), a Constituição Federal de 1988 e a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/81), mas sua aplicação prática mostra-se limitada diante da carência de fiscalização, da indiferença estatal e da resistência cultural que naturaliza práticas ruidosas. Essa abordagem busca compreender criticamente a distância entre o avanço legislativo e sua implementação prática, destacando fatores sociais e institucionais que perpetuam a tolerância ao barulho urbano.A pesquisa adota o método dedutivo, sendo essencialmente qualitativa, baseada em estudo teórico e documental. Serão utilizados como principais instrumentos a doutrina especializada, jurisprudências atualizadas, artigos científicos, bem como reportagens que evidenciem a realidade da ineficiência normativa. 

 

Downloads

Publicado

2026-05-06

Métricas


Visualizações do artigo: 0
PDF downloads: 0

Como Citar

NASCIMENTO, M. R. D., & Ramos Junior, D. P. . (2026). Tutela Jurídica e Ineficácia Normativa do Direito ao Ssossego: Poluição Sonora, Pertubação do Silêncio e Cultura Festiva. Equidade: Revista Eletrônica De Direito Da UEA - ISSN: 2675-5394, 14(3). Recuperado de http://periodicos.uea.edu.br/index.php/equidade/article/view/4780