ENTRE O TERREIRO, A INFÂNCIA E AS VIVÊNCIAS – O CONHECIMENTO: A POESIA ECUMÊNICA DE MANOEL DE BARROS

  • Rodrigo Peixoto Barbara UFG
  • Valéria Maria Chaves de Figueiredo UFG

Resumo

O presente artigo aponta para o objetivo de tecer uma breve escritura acerca da vida de Manoel de Barros e refletir sobre três possíveis pistas das várias seguidas pelo poeta na invenção de seu jardim poético, ecumênico: a observação, a desconstrução e a metamorfose. O ecumenismo poético de Manoel de Barros reuniu em suas obras incitações diversas, passando pelos terreiros da infância, escolas onde estudou, autores que leu, artistas/pensadores com quem se envolveu, dentre outras, buscando com isso, uma didática da invenção que agregava o popular, o tradicional e o moderno. Uma poesia confeccionada pelas inter-relações concebidas pelo poeta. No mais, tal tessitura advém de um contato dado pelas leituras das obras e vivências corporais suscitadas por esse universo manoelês, que libertou do cárcere racional a imaginação, e dos grilhões da coesão e da coerência, as palavras.

Publicado
2017-05-22
Como Citar
BARBARA, Rodrigo Peixoto; FIGUEIREDO, Valéria Maria Chaves de. ENTRE O TERREIRO, A INFÂNCIA E AS VIVÊNCIAS – O CONHECIMENTO: A POESIA ECUMÊNICA DE MANOEL DE BARROS. ContraCorrente | Revista de Estudos Literários e da Cultura, [S.l.], n. 8, p. 92-107, maio 2017. ISSN 2525-4529. Disponível em: <http://periodicos.uea.edu.br/index.php/contracorrente/article/view/585>. Acesso em: 12 dez. 2017.