Gestar e Educar em família:

(res)significações que emergem do legado ancestral de mulheres

Autores

  • Diana Léia Alencar da Silva dianaleia.silva@ucsal.edu.br
  • Elaine Pereira Rabinovich elaine.rabinovich@pro.ucsal.br

DOI:

10.59666/cc-ppgich.v0i20.3308

Palavras-chave:

Mulheres; Educação; Famílias; Autoetnografia.

Resumo

Este artigo propõe discutir o lugar das gestoras de família na rede protetiva que cuida e garante o movimento das mulheres para a escola,
considerando este movimento como um legado de ancestralidade. As reflexões, fundamentadas nos princípios da autoetnografia, se apoiaram em uma revisão
de literatura sobre os pressupostos conceituais que definem rede de apoio social e mobilidade educacional. Os resultados apontaram que os caminhos abertos
por nossas ancestrais, ao possibilitar o acesso à escola para as filhas, alimentam transições importantes, mas ainda reclamam reexames, principalmente em se
tratando da percepção sobre o lugar que nós mulheres ocupamos e do papel que desempenhamos nas famílias.

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Publicado

2023-12-13

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Como Citar

da Silva, D. L. A., & Rabinovich, E. P. (2023). Gestar e Educar em família:: (res)significações que emergem do legado ancestral de mulheres. ContraCorrente: Revista Do Programa De Pós-Graduação Interdisciplinar Em Ciências Humanas, (20), 70–84. https://doi.org/10.59666/cc-ppgich.v0i20.3308