ETNOFLÂNERIES BELENENSES: GEOPOESIA E TRADUÇÃO COLETIVA NO TECNOBREGA

Autores

  • Lemuel da Cruz Gandara lemuelgandara@gmail.com
    UnB

Palavras-chave:

Belém, tecnobrega, etnoflâneur, geopoesia, tradução coletiva

Resumo

O ensaio apresenta uma investigação sobre o tecnobrega paraense pela perspectiva de um etnoflâneur que colhe nas ruas de Belém a geopoesia popular. Assim, as análises se concentram nas letras das canções Luka, Maluka e Xirley. Elas são as guias desta senda crítico-teórica em que também são acionadas a sustentabilidade cultural das Festas de Aparelhagem e a complexa relação entre música e tradução coletiva tanto entre textos quanto audiovisual.

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Publicado

2020-11-18

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Como Citar

Gandara, L. da C. (2020). ETNOFLÂNERIES BELENENSES: GEOPOESIA E TRADUÇÃO COLETIVA NO TECNOBREGA. ContraCorrente: Revista Do Programa De Pós-Graduação Interdisciplinar Em Ciências Humanas, (14), 143–161. Recuperado de http://periodicos.uea.edu.br/index.php/contracorrente/article/view/1971