CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE EXERCIDO PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS

DA AFRONTA À RESERVA DE JURISDIÇÃO E À SEPARAÇÃO DOS PODERES DA REPÚBLICA COM O ADVENTO DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

Autores

  • Lucas Maciel Ciro lucas.ciro@hotmail.com
    UEA

Resumo

Busca-se neste trabalho fundamentalmente expor e refletir sobre o não cabimento do controle de constitucionalidade das normas jurídicas atualmente desempenhado pelas Cortes de Contas, outrora deferido pela Súmula nº 347 do Supremo Tribunal Federal (STF), e de que forma a manutenção desse entendimento usurpa a competência do STF, bem como transgride o princípio da Separação dos Poderes.

Assim, a análise da competência exercida pelos Tribunais de Contas (TCs) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), no tocante ao controle de constitucionalidade, bem como o julgamento dos MS 35.410, face à vigência da Súmula nº 347, pode subsidiar na compreensão de um posicionamento institucional por parte do STF no que tange à impossibilidade de os Tribunais de Contas (TCs e TCU) exercerem tal competência de controle com o advento da Constituição Federal.

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Publicado

2023-03-21

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Como Citar

Ciro, L. M. (2023). CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE EXERCIDO PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS: DA AFRONTA À RESERVA DE JURISDIÇÃO E À SEPARAÇÃO DOS PODERES DA REPÚBLICA COM O ADVENTO DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988. Equidade: Revista Eletrônica De Direito Da UEA - ISSN: 2675-5394, 7(3). Recuperado de http://periodicos.uea.edu.br/index.php/equidade/article/view/2867