RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (RDS) MAMIRAUÁ E AMANÃ: USO DE ESPAÇOS NÃO FORMAIS NA DISCIPLINA DE BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO

  • Adriano de Oliveira
  • Paulo Aride
  • João Valsecchi
  • Robinson Botero-Arias
  • Maria da Silva
  • Ronis da Silveira

Resumo

O objetivo desse trabalho é descrever os relatos da disciplina Biologia da Conservação no espaço não formal RDS Mamirauá e Amanã no ensino de Pós-Graduação em Diversidade Biológica da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Atividades práticas de quantificação de palmeiras, mungubas, embaúbas e macrófitas foram realizadas para caracterização do ambiente. O entendimento sobre alguns conceitos básicos da Biologia da Conservação como censo, levantamento, densidade, abundância, riqueza, hábitat, unidade amostral, recursos hídricos, manejo, preservação, conservação, confluência e encontro de rios, tiveram seus entendimentos mais acessíveis e fixados com a exuberância dessas unidades ao encontrar das mãos e visualizar dos olhos. O monitoramente da caça, atividades em trilhas, visitas técnicas ao Centro de Reabilitação de peixe boi Amazônico (Trichechus inunguis), escavações em sítios arqueológicos, visitação a pousada para o conhecimento do ecoturismo, atividades com macrófitas aquáticas, levantamento da diversidade de peixes e quantificação de jacarés por quilômetro percorrido foram realizados. A RDS Amanã e Mamirauá têm grande potencial como espaço não formal, onde temas relevantes direcionados a manutenção da biodiversidade podem ser vivenciados como uma atividade comum do cotidiano.

Publicado
2017-05-04
Como Citar
DE OLIVEIRA, Adriano et al. RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (RDS) MAMIRAUÁ E AMANÃ: USO DE ESPAÇOS NÃO FORMAIS NA DISCIPLINA DE BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO. Revista Areté | Revista Amazônica de Ensino de Ciências, [S.l.], v. 8, n. 16, p. 115-123, maio 2017. ISSN 1984-7505. Disponível em: <http://periodicos.uea.edu.br/index.php/arete/article/view/172>. Acesso em: 06 dez. 2019.
Seção
Relato de Experiência