http://periodicos.uea.edu.br/index.php/rsp/issue/feedRevista Saberes & Práticas2025-11-02T23:21:48+00:00Editora UEAeditora@uea.edu.brOpen Journal Systems<p>A <em>Revista Saberes & Práticas</em> (<strong>ISSN</strong> 2596-013X) nasce de um projeto educativo que tem na escola um lugar de ressignificação quanto aos sentidos do trabalho pedagógico, das experiências cotidianas e da pluralidade curriculares coexistentes entre a vida escolar e seu entorno social, cultural, político e ambiental.</p>http://periodicos.uea.edu.br/index.php/rsp/article/view/4400A Tematização da Huka-huka2025-11-02T14:55:58+00:00Joanna Las Casas e Souzajoannalascasas@gmail.comMilena Limamilenalimaprof@gmail.comSaulo Oliveirasaulooliveira@ufrrj.brRicardo Ruffoniprof.ruffoni@gmail.com<p>Este relato apresenta uma intervenção pedagógica sobre o ensino da luta indígena Huka-huka, realizada com mestrandos do ProEF/UFRRJ, com base em uma proposta de ensino decolonial e de concepção aberta. Apesar das diretrizes da BNCC e da Lei nº 11.645/08, a inserção das lutas indígenas na Educação Física escolar ainda encontra resistências, como a insegurança docente e a marginalização de práticas não-hegemônicas. A experiência foi desenvolvida em três etapas, com rodas de conversa, registros individuais e jogos de oposição, abordando dimensões técnicas, táticas, culturais e reflexivas. A análise qualitativa evidenciou altos níveis de engajamento e valorização da cultura indígena pelos participantes, demonstrando a viabilidade pedagógica da proposta. O estudo reforça a importância da formação continuada e do enfrentamento das ausências institucionais para o ensino de práticas corporais diversas e significativas.</p>2025-10-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Revista Saberes & Práticashttp://periodicos.uea.edu.br/index.php/rsp/article/view/4991EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE2025-11-02T14:55:59+00:00Michelle de Albuquerque Rodriguesmichelle.rodrigues@semed.manaus.am.gov.br<p>Considerando as interfaces de uma educação voltada à diversidade, torna-se imprescindível compartilhar experiências formativas envolvendo as questões de gênero e sexualidade e como estas têm se refletido na prática de educadoras e educadores em sala de aula. O presente trabalho tem o objetivo de relatar o histórico dessas experiências, realizadas pelas autoras e por docentes da Rede Municipal de Ensino de Manaus sobre sexualidade e as práticas pedagógicas realizadas por estas/estes junto a estudantes. Destacou-se nesse diálogo formativo o combate a todas as formas de preconceito, discriminação, exclusão e violência no ambiente escolar e a relação de uma educação para a sexualidade com o processo de aprendizagem em diferentes componentes curriculares e áreas de conhecimento, seja pela compreensão das etapas do desenvolvimento integral, ou pela promoção de uma cultura de paz, propícia às experiências de crianças e adolescentes, em suas várias condições identitárias. Embasaram este relato as obras de Paulo Freire, Jimena Furlani, Rogério Junqueira, Constantina Xavier Filha, Érica Rotandano, dentre outras/outros. A metodologia teve como base de pesquisa documental os relatórios da formação continuada presencial e em caráter remoto sobre os temas sexualidade, diversidade sexual e gênero; os relatórios de visitas nas escolas realizadas pelas autoras; e produções científicas acerca do tema.</p> <p> </p>2025-11-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Revista Saberes & Práticashttp://periodicos.uea.edu.br/index.php/rsp/article/view/4158DIFICULDADES ENCONTRADAS PELOS ESTUDANTES QUE NECESSITAM DO TRANSPORTE ESCOLAR2025-11-02T14:55:58+00:00Rafael Oliveira da Silvarorafael1545@hotmail.comEidilane Pereira da Silvaeidi_lane@outlook.comBianca Souza Gama Oliveirabiiasoouza1@hotmail.comLeticia Rosa dos Santosleticia.rosa.santos123@gmail.com<p>O deslocamento de estudantes da zona rural até as escolas é um desafio que compromete o acesso à educação. Em uma cidade do Piemonte Norte do Itapicuru, na Bahia, muitos alunos dependem exclusivamente do Transporte Escolar Rural, mas enfrentam atrasos e dificuldades para frequentar as aulas. Durante um estágio, foi constatado que, apesar da oferta do transporte, problemas como superlotação e cansaço físico e psicológico impactam negativamente os discentes. Para investigar essas dificuldades, foi aplicado um questionário no <em>Google Forms</em> direcionado a alunos do ensino médio. Os resultados destacaram problemas no trajeto entre a residência, o ponto de embarque e a escola. Conclui-se que políticas de transporte escolar em áreas rurais exigem maiores investimentos e fiscalização. Além disso, é necessário um planejamento eficaz para garantir que os recursos sejam distribuídos adequadamente, proporcionando conforto e segurança no deslocamento diário dos estudantes.</p>2025-10-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Revista Saberes & Práticashttp://periodicos.uea.edu.br/index.php/rsp/article/view/4499EDUCAR NA FLORESTA DE CONCRETO: A CIDADE DE MANAUS COMO TERRITÓRIO VIVO NA FORMAÇÃO DOCENTE INSURGENTE2025-11-02T14:55:58+00:00Clodoaldo Matias Silvacms.1978@hotmail.comIvan Carlos Rufino Batistaivanbatista.nira@gmail.comAlexandre Figueiredo Pereiraalexandrefigper@yahoo.com.brMaria das Graças Maciel de Oliveiraeducadoragracamaciel@gmail.com<p>A pesquisa investiga de que maneira a cidade de Manaus pode ser compreendida e vivenciada como território educativo capaz de potencializar uma formação docente crítica, insurgente e comprometida com os saberes locais e com a justiça socioespacial. O estudo articula os conceitos de cidade educadora, direito à cidade, saberes tradicionais, insurgência pedagógica e corporeidade, partindo da premissa de que a cidade forma, educa e comunica por meio de seus territórios e conflitos. A metodologia adota abordagem qualitativa, de natureza teórico-bibliográfica, com base em autores nacionais e internacionais que discutem epistemologias territoriais, experiências urbanas e práticas pedagógicas decoloniais. O texto analisa como os espaços urbanos amazônicos expressam práticas de resistência, articulação cultural e pertencimento, a partir da presença viva de corpos e vozes silenciadas. A pesquisa identifica que a formação docente ainda se encontra limitada por paradigmas escolares conteudista, mas revela que a incorporação da escuta, da oralidade e dos saberes comunitários amplia o horizonte pedagógico. Conclui-se preliminarmente que Manaus, quando compreendida como cidade educadora, oferece um campo fértil de experimentações pedagógicas insurgentes que desafiam os modelos tradicionais de ensino e promovem vínculos territoriais entre escola e comunidade. A investigação propõe ressignificar o papel do educador em contextos urbanos amazônicos e aponta para a necessidade de ampliar os sentidos da formação, reconhecendo a cidade como agente formativo, político e simbólico. O estudo contribui para os debates atuais sobre educação intercultural, justiça cognitiva e territorialização do currículo na Amazônia urbana.</p>2025-10-31T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Revista Saberes & Práticashttp://periodicos.uea.edu.br/index.php/rsp/article/view/4992DESAFIOS DO ENSINO PÚBLICO NA PERSPECTIVA DA DUCAÇÃO INCLUSIVA:2025-11-02T23:21:48+00:00ROSANA MARQUES DE SOUZArosana.marques@semed.manaus.am.gov.brSAMARA OLIVEIRA DE MAGALHÃESsamara.carneiro@semed.manaus.am.gov.brJANIA CATIA BEZERRA DA SILVAjania.silva@semed.manaus.am.gov.br<p>O relato foi elaborado a partir da experiência construída com pedagogos (as) da Secretaria Municipal de Educação – SEMED/Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério/DDPM/GFC, em 2017/2018, por meio do Projeto de Formação Continuada de Pedagogos (as): A Identidade do Pedagogo (a) e a Gestão da Escola Pública Municipal de Manaus, no módulo formativo, “Desafios do Ensino Público na Perspectiva da Educação Inclusiva: Os pedagogos (as) e os cotidianos das escolas”, envolvendo os desafios vivenciados pelos pedagogos (as) no cotidiano escolar, possibilitando a troca de saberes, experiências e a ampliação dos conhecimentos sobre educação inclusiva e às temáticas da diversidade. O caminho teórico-metodológico foi desenvolvido de forma dialógica e mediada por meio de estratégias como a problematização, discussão, reflexão da prática e dos saberes construídos, no e com os cotidianos escolares. Como resultados apresenta-se o relato sobre os desafios vivenciados, a troca de experiência entre os pares, a ampliação dos conhecimentos e a produção de projetos escolares inclusivos, que acolhem e valorizam a diversidade, apresentados na Socialização de Práticas Formativas da SEMED/DDPM/GFC, no ano de 2018.</p>2025-11-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Revista Saberes & Práticas