Agostinho da Silva e o mundo idealizado por Camões

Agostinho da Silva and the world idealized by Camões

Autores

DOI:

https://doi.org/10.59666/fiosdeletras.v1i02.3892

Palavras-chave:

Agostinho da Silva, Camões, Mundo idealizado, Portugal

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo geral analisar a contraposição entre existência e essência nas construções histórica, cultural e identitárias de Portugal. O mundo existente é o objeto de estudo do poeta e filósofo português Agostinho da Silva, enquanto que a essência é o mundo idealizado por Luís Vaz de Camões. A construção desta idealização é investigada através da filosofia, da cultura, da historiografia e da literatura portuguesa estudadas por Agostinho da Silva na sua obra Reflexão à margem da literatura portuguesa. Logo, o artigo inicia com um panorama da historiografia e da cultura de Portugal, destacando as conquistas e as construções identitárias e espaciais portuguesa. Em consequência à contextualização histórica e cultural, a análise deste estudo enveredará para uma discussão que contrastará os dois mundos, isto é, o existente e o idealizado.

Biografia do Autor

Renato Manuel Epifânio, Instituto de Filosofia da Universidade do Porto

Professor Universitário; Membro do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e da Associação Agostinho da Silva; Investigador na área da “Filosofia em Portugal”, com dezenas de estudos publicados, desenvolveu um projecto de pós-doutoramento sobre o pensamento de Agostinho da Silva, com o apoio da FCT: Fundação para a Ciência e a Tecnologia, para além de ser responsável pelo Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa: www.bibliografiafilosofica.webnode.com; Licenciatura e Mestrado em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; doutorou-se, na mesma Faculdade, no dia 14 de Dezembro de 2004, com a dissertação Fundamentos e Firmamentos do pensamento português contemporâneo: uma perspectiva a partir da visão de José Marinho; autor das obras Visões de Agostinho da Silva (2006/ 2024, edição revista e aumentada), Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa (2007), Perspectivas sobre Agostinho da Silva (2008), Via aberta: de Marinho a Pessoa, da Finisterra ao Oriente (2009), A Via Lusófona: um novo horizonte para Portugal (2010), Convergência Lusófona (2012/ 2014/ 2016), A Via Lusófona II (2015), A Via Lusófona III (2017), A Via Lusófona IV (2019), Pensar de novo, pensar o novo: em tempos de pandemia (2021/ Brasil) e A Via Lusófona V (2022). Dirige a NOVA ÁGUIA: Revista de Cultura para o Século XXI e a Colecção de livros com o mesmo nome (Zéfiro). Preside ao MIL: Movimento Internacional Lusófono desde a sua formalização jurídica (2010). É, desde 2021, Membro do Conselho Supremo da SHIP: Sociedade Histórica da Independência de Portugal e, desde 2022, Membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa e Presidente da Direcção da PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil – Casa da Cidadania.

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Publicado

2024-09-13

Edição

Seção

Dossiê Temático