O derretimento da coletividade e a obstinação do individualismo

Autores

  • GIMIMA BEATRIZ MELO DA SILVA gbsilva@uea.edu.br
    UEA
  • RENATO NUNES RODRIGUES renato_rodrigues.23@hotmail.com
    UEA

Palavras-chave:

Coletividade, relações liquidas, individualismo

Resumo

Esta análise propõe-se a discutir o tema em epígrafe apoiada em teses como as de Stuart Hall, sobre o processo de concepção do sujeito sociológico e suas interações com o mundo por ele habitado, sob o desenho de traços culturais como valores, sentidos e símbolos, bem como na perspectiva da modernidade líquida cunhada por Zigmunt Bauman, que apresenta a sociedade em um estado de liquefação de suas relações sociais, ao mesmo tempo que aponta para a obstinação do individualismo e do engodo sob o pretexto do progresso e da modernidade, numa ordenação social pautada pelo capital, que acarreta implicações diretas nas relações sociais e conduz a um esfriamento dessas relações, implicando um déficit de solidariedade e de outros comportamentos societários, que findam por ser corroídos por esta nova ordem, assentada na supremacia da corrente individualista sobre e em detrimento de uma ordem coletivista.

Biografia do Autor

RENATO NUNES RODRIGUES, UEA

Mestrando em Ciências Humanas (PPGICH/UEA). Bolsista de Demanda Social (CAPES). Especialista Lato Sensu em Gestão de Talentos e Bacharel em Administração pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

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Publicado

2019-06-13

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Como Citar

DA SILVA, G. B. M., & RODRIGUES, R. N. (2019). O derretimento da coletividade e a obstinação do individualismo. ContraCorrente: Revista Do Programa De Pós-Graduação Interdisciplinar Em Ciências Humanas, (13), 96–108. Recuperado de http://periodicos.uea.edu.br/index.php/contracorrente/article/view/1416