Revista de Ciências da Saúde da Amazônia http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude <div>A <strong>Revista de Ciências da Saúde da Amazônia/Amazonia Health Science Journal</strong>, publicação em&nbsp; fluxo contínuo oficial da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), tem como objetivo divulgar artigos científicos que contribuam para o conhecimento acadêmico e profissional das áreas das ciências da saúde.</div> <div><strong>Coordenação:</strong>&nbsp;Profa. Dra. Isolda Prado de Negreiros Nogueira Maduro |&nbsp;<strong>ISSN:</strong>&nbsp;2447-486X |&nbsp;<strong>Ano de Criação:</strong>&nbsp;2015 |&nbsp;<strong>Área Temática:</strong>&nbsp;Medicina, Odontologia, Enfermagem, Saúde Coletiva, Biotecnologia, Educação Física, Farmácia, Gerontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Nutrição e áreas afins |&nbsp;<strong>Periodicidade</strong>:&nbsp; Fluxo Contínuo.</div> <div><strong>Contato:</strong>&nbsp;rcsa@uea.edu.br&nbsp;</div> Editora Universitária pt-BR Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2447-486X Níveis séricos de 25-hidroxivitamina D em idosos com Diabetes mellitus tipo 2 atendidos em um Hospital Universitário de Ribeirão Preto (SP). http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude/article/view/1437 <p class="yiv9626099085msonormal">Objetivos: quantificar os níveis séricos de 25-hidroxivitamina D [25(OH)D] em pacientes idosos com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e o perfil epidemiológico associado.<span class="apple-converted-space">&nbsp;</span>Métodos: dosagem de 25(OH)D em pacientes&nbsp; ≥ 60 anos e diagnóstico de DM2 confirmado.<span class="apple-converted-space">&nbsp;</span>Resultados: inclusos 81 pacientes, 59 mulheres e 29 homens com idade de 69,77 (±7,30) anos. Brancos: 64,20%; Pardos 19,75%; Pretos: 9,88%; Amarelos: 6,17%. Suplementação de vitamina D: 12,34%. Nível sérico de 25(OH) D: 24,63 (±7,89) ng/mL – insuficiência; 23,46% suficientes, 28,40% deficientes e 48,15% insuficientes. Homens: 26,57 (±8,33) ng/mL, Mulheres: 23,42 (± 6,66) ng/mL (t de Student<span class="apple-converted-space">&nbsp;</span><em>p</em><span class="apple-converted-space">&nbsp;= 0,0348). Por IMC: peso normal 24,33 (±8,02) ng/mL, sobrepeso: 26,74 (±6,93) ng/mL, obesidade grau I: 20,94 (±8,32) ng/mL, obesidades graus II e III: 18,78 (±8,75) ng/mL (ANOVA One way&nbsp;</span><em>p</em><span class="apple-converted-space">&nbsp;= 0,0189). Por controle glicêmico - HbA1c &lt;7,5%: 27,85 (±7,70) ng/mL; ≥7,5%: 20,71 (±6,50) ng/mL (</span><em>t</em><span class="apple-converted-space">&nbsp;de Student</span><span class="apple-converted-space"><em>&nbsp;</em></span><em>p</em>= 0,001). Glicemia Jejum &lt; 130 mg/dL:&nbsp; 26,87 (±7,57) ng/mL, &gt;130 mg/dL: 22,04 (±6,91) ng/mL (<em>t</em><span class="apple-converted-space"><em>&nbsp;</em></span>de Student<span class="apple-converted-space"><em>&nbsp;</em></span><em>p</em><span class="apple-converted-space"><em>&nbsp;</em></span>= 0,003). Glicemia pós-prandial &lt;180 mg/dL: 25,54 (±7,22) ng/mL, ≥180 mg/dL: 21,24 (±6,49) ng/mL (<em>t</em><span class="apple-converted-space">&nbsp;de Student</span><span class="apple-converted-space"><em>&nbsp;</em></span><em>p</em><span class="apple-converted-space">&nbsp;= 0,003).&nbsp;Conclusão: houve prevalência elevada de hipovitaminose D em pacientes idosos com DM2, sendo maior em mulheres e obesos graus II e III. Possíveis causas: obesidade, síndrome metabólica, menopausa e baixa exposição solar. Identificada relação inversa entre os níveis séricos de 25(OH)D e as variáveis de controle de glicêmico (HbA1c, GJ e GPP).</span></p> André Luiz Cicilini Malena Verona Singling Karen Andreza da Silva Adriana Pelegrino Pinho Ramos Copyright (c) 2019 Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2019-11-25 2019-11-25 1 3 24 Perfil periodontal dos pacientes adolescentes atendidos na Policlínica Odontológica da UEA. http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude/article/view/1600 <p>Objetivo: Verificar o perfil periodontal dos pacientes adolescentes atendidos na Policlínica Odontológica da UEA, Manaus - AM. Métodos: Foi realizada uma pesquisa do tipo transversal de análise retrospectiva dos prontuários referentes aos anos de 2017 e 2018 de pacientes com a faixa etária de 10 a 19 anos, através de análise descritiva das variáveis adotando o nível de significância de 0,05. Resultados: Dentre os 60 prontuários analisados, 60% eram do sexo feminino, 60% apresentaram presença de sangramento, seguindo com 68,3% dos pacientes adolescentes que apresentaram presença de gengivite e 13,3% com periodontite. Conclusão: Os pacientes adolescentes atendidos na Policlínica da UEA apresentaram alta prevalência de gengivite, poucos casos da doença severa (periodontite) e com uma predominância do sexo feminino.</p> Anny Luiza Litaiff Barbosa Ângela Xavier Monteiro Shirley Maria de Araújo Passos Lauramaris Arruda Regis Aranha Adriana Beatriz Silveira Pinto Copyright (c) 2019 Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2019-11-25 2019-11-25 1 25 37 Perfil clínico-epidemiológico de crianças internadas em uma Unidade de Terapia Intensiva de referência pública do estado do Pará, Amazônia, Brasil. http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude/article/view/1506 <p>A pesquisa foi realizada a partir da consulta de 232 prontuários de crianças internadas no período de janeiro à dezembro de 2016. Neste estudo foi utilizado o teste Qui-quadrado de Pearson (amostras independentes) para tendência. Para realização do teste, foi adotado um nível de significância de p-valor &lt; 0.05, Desta forma, os dados coletados foram tabulados, interpretados, processados e analisados por meio da estatística descritiva e analítica. Para a análise dos dados foram utilizados recursos de computação, por meio do processamento no sistema <em>Microsoft Excel</em>, <em>Statistic Package for Social Sciences</em> (SPSS) versão 22.0, todos em ambiente Windows 7. Houve uma maior frequência de internações de crianças do sexo masculino (120; 51,72%), porém esta frequência não difere significativamente (p&gt;0.05) da frequência de crianças do sexo feminino (112; 48,28%). A maioria dos pacientes encontrava-se na faixa etária de lactentes de 29 dias a 6 meses (137; 59,05%), e eram procedentes do interior do estado do Pará (179; 77,16%), sendo estas apontadas como tendências significativas (p&lt;0.05) entre os pacientes. Observou-se que 104 (44,83%) crianças permaneceram internadas por até 30 dias. Quanto as doenças mais prevalentes as malformações congênitas do aparelho circulatório corresponderam à 80,17% (186) e a taxa de mortalidade hospitalar ficou em 15%. Os resultados desta pesquisa apontam um perfil de lactentes, procedentes do interior do Estado, sendo as doenças mais prevalentes neste grupo as malformações congênitas do aparelho circulatório e uma taxa de mortalidade hospitalar chegando a 15%.</p> Cláudia Maria Maciel de Oliveira Deise Maria Campos Barroso Irna Carla do Rosário Souza Carneiro Márcia de Fátima Maciel de Rojas Regis Bruni Andriolo João Bosco de Souza Filho Juliane Tayse Ribeiro Maia Marina Geórgia Cruz Keuffer Copyright (c) 2019 Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2019-11-25 2019-11-25 1 38 46 Estudo Epidemiológico dos pacientes submetidos à videolaringoscopia durante a Campanha da Voz no Amazonas. http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude/article/view/1418 <p>Introdução: A voz é uma das principais formas de comunicação humana e seu uso inadequado pode originar lesões orgânicas e funcionais do trato vocal. Nesse contexto, a campanha da voz surge como importante instrumento da atenção primária. Objetivo: Caracterizar o perfil epidemiológico dos pacientes submetidos à videolaringoscopia na Semana da Voz realizada no Amazonas nos anos de 2012 a 2017. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, descritivo e transversal, analisando-se as fichas dos pacientes atendidos na semana da voz. Aprovado no comitê de ética local sob CAAE: 69067617.7.0000.5016. Resultados: Dos 982 pacientes, 69,04% eram do sexo feminino. A idade média dos participantes foi de 46,26 anos. A queixa principal foi rouquidão seguida de pigarro. 66% do pacientes apresentaram à videolaringoscopia edema e hiperemia de laringe posterior. Somente 5,8% dos exames não apresentaram alterações. Desses pacientes, 64,6% foram tratados para refluxo faringolaríngeo, 20,7% foram encaminhados ao otorrinolaringologista, 9,7% à fonoterapia e 5,4% receberam alta. Conclusão: A análise demonstrou predominância do sexo feminino e idade acima dos 50 anos. A rouquidão foi o principal sintoma relatado, enquanto o achado mais prevalente foi edema e hiperemia de laringe posterior. 1,6% dos pacientes apresentaram lesão suspeita de malignidade.</p> <p>&nbsp;</p> Layla Calazans Müller Angela maria de Amorim Sozio Dayse Kelle Nascimento Ribeiro Súnia Ribeiro Copyright (c) 2019 Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2019-11-26 2019-11-26 1 47 56 Errata http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude/article/view/1626 <p>A Revista de Ciências da Saúde da Amazônia informa que na Edição Suplementar N.02 – 2019, o resumo "</p> <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>Rastreamento de aneuploidias" , dos autores Lorena Albertino de Menezes, Amanda de Fátima Gurgel, Thaliê Cavalcante Santos, Jéssica Silva Ramos, Márcio Thiago Marinho de Souza, Nágila Alves Mendonça, Jose Sebastiao Afonso -&nbsp;</p> </div> </div> </div> <p align="justify">Onde se lia:</p> <p align="justify">&nbsp;“Utilizando apenas os testes de rastreamento e optando pela interrupção, por exemplo, no teste integrado com o corte de 1:150 apenas 1 entre 150 serão fetos realmente afetados.”;</p> <p align="justify">Se lê:</p> <p align="justify">&nbsp;“Utilizando apenas os testes de rastreamento, por exemplo, no teste integrado com o corte de 1:150 apenas 1 entre 150 será de feto realmente afetado.”</p> <p align="justify">Onde se lia:</p> <p align="justify">Palavras-chave “Pôster,”;</p> <p align="justify">Se lê:</p> <p align="justify">“Rastreamento de aneuploidias,”.</p> <p align="justify">&nbsp;</p> Isolda Prado de Negreiros Nogueira Maduro Copyright (c) 2019 Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2019-12-16 2019-12-16 1 Hipodontia associada à fissura de lábio e palato em paciente não sindrômico - relato de caso. http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude/article/view/786 <p>Fissuras de lábio e palato compreendem anomalias craniofaciais comuns e requerem tratamento multidisciplinar complexo, acarretando implicações por toda a vida do indivíduo. A etiologia da fissura de lábio com ou sem fissura de palato, não sindrômicas, tem os fatores genéticos e ambientais como determinantes, os quais interagem para o aparecimento da anomalia. A hipodontia compreende a agenesia ou ausência congênita de seis dentes ou menos. A agenesia dentária é frequentemente descrita em combinação com a fissura de lábio e/ou palato (FL/P), dando origem à síndrome hipodontia-FL/P. O objetivo deste trabalho é apresentar um caso clínico de hipodontia associada à fissura de lábio e palato em paciente não sindrômico. Trata-se de um paciente do gênero masculino, 16 anos de idade, melanoderma, que apresentou fissura de lábio e palato unilateral direita completa ao nascer. A genitora do paciente procurou atendimento odontológico no Núcleo de Atendimento Odontológico a Pacientes Especiais da Universidade do Estado do Amazonas, onde foi constatado o quadro acima citado. O exame clínico extra e intrabucal constataram a realização prévia de cirurgias de queiloplastia e palatoplastia, além de lesão de cárie sem comprometimento pulpar nos elementos 36 e 46. Ao exame radiográfico constatou-se a agenesia do elemento 25. Foram realizados procedimentos restauradores nos elementos cariados com Óxido de Zinco e Eugenol. O paciente se encontra em acompanhamento e proservação.</p> Marcelo Capistana de Lima Daniel Saito Cristiane Pereira Borges Saito Copyright (c) 2019 Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2019-11-25 2019-11-25 1 57 65 Coalizão Pancarpal – Um Achado Raro. http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude/article/view/1516 <p>Introdução: coalizão carpal é caracterizada pela união anômala de dois ou mais ossos do carpo. Em uma coalizão óssea, os elementos do carpo estão unidos como um único bloqueio ósseo, enquanto que, na coalizão não-óssea, os ossos do carpo afetados são unidos por tecido cartilaginoso (sincondrose), tecido fibroso (sindesmose) ou alguma combinação dos dois. Relato dos casos: <span style="text-decoration: underline;">Caso 1:</span> Mulher de 56 anos com dor e limitação funcional no punho direito há 04 meses. Refere artrite reumatóide por 25 anos. <span style="text-decoration: underline;">Caso 2:</span> Homem de 39 anos com dor na mão direita após trauma há cinco anos. Refere dor na mão direita antes do trauma, mas com acentuada piora após o episódio, limitando a movimentação da articulação. Discussão: A coalizão pancarpal, que é a fusão de todos os ossos do carpo, geralmente ocorre dentro da constelação de uma síndrome, como a síndrome de Ellis-van-Creveld, a síndrome de Holt-Oram, artrogripose, a síndrome otopalatodigital e síndrome de Apert. A coalizão carpal pode estar eventualmente relacionada a artropatias inflamatórias – artrite reumatoide, artrite juvenil, artrite psoriática e a Síndrome de Reiter. Conclusão: Relatamos dois raros casos de coalizão pancarpal de etiologias diferentes documentados pela radiografia e pela ressonância magnética.</p> Marcio Luís Duarte Felipe Nunes Figueiras Thaís Nogueira Dantas Élcio Roberto Duarte Copyright (c) 2019 Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2019-11-26 2019-11-26 1 66 71 Editorial http://periodicos.uea.edu.br/index.php/cienciasdasaude/article/view/1624 <p>Nesta edição da Revista de Ciências da Saúde, lançamos com entusiasmo o número regular, com quatro trabalhos originais e dois relatos de caso.</p> <p>Trata-se de mais uma contribuição dos autores, que divulgam o conhecimento científico, rompendo o isolamento do resultado de sua dedicação.</p> <p>&nbsp;Neste EDITORIAL, Dr.Carlos Nogueira-de-Almeida, nos descreve sua percepção sobre o tema do primeiro artigo original desta edição.</p> <p>Feliz passagem de ano a todos e desejo que a leitura desta revista seja produtiva!</p> <p>Isolda Prado</p> <p>Editora-Chefe e Corpo editorial</p> Isolda Prado de Negreiros Nogueira Maduro Carlos Alberto Nogueira-de-Almeida Copyright (c) 2019 Revista de Ciências da Saúde da Amazônia 2019-12-16 2019-12-16 1 1 2 10.59666/rcsa.v0i1.1624